chá espinheira santa -chá espinheira santa CURA PODEROSA.

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chá espinheira santa.

Chá de Espinheira Santa
A espinheira santa (Maytenus ilicifolia) é uma planta medicinal conhecida pela medicina popular e aprovada pela ciência. O nome se refere ao formato das folhas e aos efeitos "milagrosos" da espinheira para a nossa saúde.
Benefícios

A espinheira santa possui substâncias eficazes do tratamento de doenças relacionadas ao aparelho digestivo. Essa eficácia foi comprovada por pesquisas científicas e reconhecida pela ANVISA. A planta medicinal atua como tonificante estomacal, antisséptico, cicatrizante e analgésico. Por isso, combate diversos problemas, como: má digestão, azia e a gastrite.

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Receita espinheira santa.

Você vai precisar de:

1 colher (sobremesa) de folhas secas de espinheira santa
1 xícara (chá) de água
Modo de Preparo:

Primeiramente, ferva a água e despeje sobre as folhas de espinheira santa rasgadas em pedaços pequenos. Abafe a mistura e deixe descansar por alguns minutos. Depois que amornar, coe o chá e tome em seguida.
Posologia

Tomar 1 xícara do chá de espinheira santa antes das refeições principais para proteger o aparelho digestivo e evitar a acidez estomacal.
Cuidados

O chá de espinheira santa possui efeito emenagogo, ou seja, provoca contrações no útero e, consequentemente, levar ao aborto. Por essa razão, o remédio não deve ser consumido por mulheres grávidas.

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Veja para que serve Espinheira Santa.

Veja para que serve Espinheira Santa
Espinheira Santa

Sinonímias: Maytenus ilicifolia, Maytenus aquifolium, Maytenus buchananni

Família: Celastraceae

Outros nomes: cancerosa, cancorosa, espinheira-divina, espinhosa, espinheira-de-Deus, espinheira-santa-do-mato.

Histórico: Utilizada pelos índios brasileiros e em vários países da América do Sul. Desde 1922 ficou conhecida no meio científico, através do trabalho do Dr. Aloisio França da Faculdade de Medicina do Paraná, utilizando a planta para tratamento de úlcera gástrica crônica.

A espinheira santa é uma árvore pequena, ramificada desde a base, medindo até cerca de cinco metros de altura, com distribuição nos estados do sul do país, nos sub-bosques das florestas de Araucária nas margens dos rios. Ocorre também nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, porém em baixa freqüência. Também no Paraguai, Bolívia e Leste da Argentina.

Parte utilizada: folhas

Constituintes: Terpenos, taninos, flavonóides, mucilagens, antocianos, alcalóides, ácido salicílico e clorogênico, minerais (sais de ferro, enxofre, sódio, cálcio).

Ação e indicação: Possui ação antiulcerogênica, laxativa suave, diminui acidez estomacal, combate Helliobacter pylori, diminui refluxos, analgésica digestiva, coadjuvante nos tumores digestivos, normaliza funções gastri-intestinais, cicatriza aftas (bochechos).
Usada popularmente como anticonceptivo. Possui ação diurética suave, desintoxicante, anti-bacteriana, cicatrizante (externamente para feridas, herpes, úlceras, escaras) e combate ressacas alcoólicas.

Efeitos colaterais: Não utilizar na fase de amamentação, pois pode diminuir a lactação.

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Espinheira santa. Um espinho que cura.

Espinheira santa. Um espinho que cura
A Espinheira Santa é conhecida também como cancerosa, cancorosa, cancorosa-de-sete-espinhos, cancrosa, cangorça, coromilho-do-campo, erva-cancerosa, espinho-de-deus, espinheira-divina, limãozinho, maiteno, marteno, pau-josé, salva-vidas, sombra-de-touro. É uma espécie amplamente utilizada na medicina popular, conhecida pelos índios há muitos anos, ganhou esses nomes justamente pela aparência de suas folhas, que apresentam espinhos nas bordas e por ser um "santo remédio" para tratar vários problemas.

Na medicina popular o chá das folhas, das cascas ou das raízes da espinheira-santa é famoso no combate à úlcera e outros problemas estomacais. Além de indicado contra vários males do aparelho digestivo, era muito usado no passado pelos índios brasileiros com outra finalidade: eles usavam suas folhas no combate a tumores (esse uso pode ter gerado um dos seus nomes populares: erva-cancerosa). Estudos mostram a indicação popular também como depurativo do sangue e no tratamento de diabetes, problemas no sistema urinário e problemas intestinais.

Em uma ampla revisão sobre o uso tradicional da espinheira-santa, Scheffer (2004) cita ainda, como indicação popular, o uso desta espécie como anticonceptivo, abortivo, anti-séptico, anti-espasmódico, diurético, anti-asmático, anti-tumoral, laxativo, cura do vício da bebida e enfermidades do fígado, para tratar a hidropisia devido ao abuso do álcool e para reduzir a produção de leite em quem amamenta.

Atualmente a espinheira santa já é manipulada pela indústria farmacêutica na produção de vários medicamentos e é sempre bom lembrar que sua utilização deve ser feita por indicação médica e não pela auto-medicação.

A espinheira santa e uma árvore pequena, ramificada desde a base, medindo até cerca de cinco metros de altura, com distribuição nos estados do sul do país, nos sub-bosques das florestas de Araucária nas margens dos rios. Ocorre também nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, porém em baixa freqüência. Também no Paraguai, Bolívia e Leste da Argentina.

O número de sementes por fruto varia de um a quatro, tendo sido observada uma variabilidade altamente significativa para este caráter dentro da espécie, é uma planta que produz frutos pequenos e vermelhos.

A espécie prefere solos úmidos em ambientes ciliares e, também, desenvolve-se bem sob luz difusa, no interior de sub-bosques, onde a floresta não é muito densa, bem como a pleno sol.

É uma excelente espécie para o plantio com fins econômicos, visando a extração de suas folhas e pode muito bem ser utilizada em Sistemas Agroflorestais.

Para a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) essa é uma espécie prioritária para ações de conservação e uso sustentável.

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