Dieta para gravida -Dieta para gravida Rápido.

Emagrecimento Rápido

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Dieta para gravida.

Alimentação saudável na gravidez

Ajuste sua alimentação, mesmo que ela já seja boa
Agora que você está grávida, é importante tentar aumentar a ingestão de determinados nutrientes (como ácido fólico, ferro, cálcio e proteína). O consumo de calorias pode aumentar um pouquinho conforme a gravidez avança.

Se você não era de se preocupar muito com a comida, agora vale a pena passar a fazer refeições mais pensadas e equilibradas. Limite a quantidade de guloseimas e de fast food, que têm muitas calorias e poucos nutrientes.

Quer ver algumas sugestões de cardápio e receitas para cada fase da gravidez? Clique aqui.

Durante a gravidez, seu corpo trabalha de forma ainda mais eficiente, tirando o máximo de energia do que você come. Por isso, nos primeiros seis meses de gestação a maioria das mulheres nem precisa comer mais do que já comia. Só nos últimos três é que é aconselhável comer 200 calorias a mais, mas isso não quer dizer quase nada, já que 200 calorias equivale a meras duas torradas com manteiga, por exemplo.

Guie-se pelo seu apetite, que pode variar dependendo da fase da gravidez. Nas primeiras semanas ele pode sumir, por causa do enjoo. Mas às vezes, em especial à noite (ou no meio da madrugada), é provável que você sinta a necessidade súbita de comer alguma coisa para preencher um "buraco no estômago".

No segundo trimestre, seu apetite deve ficar igual ao que era, ou um pouco maior. No terceiro, você deve ficar com mais fome, mas precisa tomar cuidado porque serão mais frequentes a azia e a má digestão.

Se você estiver engordando pouco e seu médico estiver satisfeito, não precisa ficar controlando a alimentação. Só tente comer as comidas certas.

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Quais são as comidas erradas na gravides.

Quais são as comidas erradas?
A grávida pode comer quase tudo, mas deve evitar alguns tipos de alimentos. São eles:

peixes e frutos do mar crus, como ostras e sushi (o sushi pode ser ingerido se o peixe tiver sido congelado antes).
queijos de casca branca, como brie e camembert, e queijos com fungos, como roquefort e gorgonzola. Evite também queijos do tipo frescal (ou "minas"), que podem ser feitos com leite não-pasteurizado. O problema é a possível presença de uma bactéria que causa a listeriose, doença que pode prejudicar o bebê.
carne bovina malpassada ou crua (como carpaccio), carne de porco malpassada e ovos crus (como massa de bolo, gemada, ovo frito com gema mole e algumas sobremesas -- musses, por exemplo). A precaução é para evitar bactérias que possam afetar o bebê.
bife de fígado e miúdos, para evitar a sobrecarga da forma retinoica da vitamina A, que pode ser prejudicial ao feto.
cação, peixe-espada e tubarão, que podem conter níveis perigosos de mercúrio. O atum deve ser limitado a quatro latas por semana ou dois filés frescos por semana, pelo mesmo motivo. Outros peixes são seguros e fazem bem ao bebê e a você. As recomendações quanto ao mercúrio valem também para quem está pensando em engravidar e para o período de amamentação.
se você tiver na família pessoas com alergias (a nozes, castanhas ou amendoim, por exemplo), é bom evitar esses alimentos na gravidez.
bebidas alcoolicas. O consumo de álcool pode causar sérios problemas no bebê, por isso os especialistas recomendam cortar totalmente as bebidas alcoolicas na gravidez.
bebidas e alimentos com cafeína. Pesquisas ligaram o consumo de mais de 300 mg de cafeína por dia ao risco de aborto espontâneo e de a criança nascer com baixo peso, e um estudo especulou que até doses bem pequenas de cafeína já podem influenciar na perda do bebê. Não tome mais que três xícaras de café por dia, e, se possível, prefira bebidas descafeinadas.

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Dieta para grávidas.

Dieta para grávidas
Aprenda quais tipos de alimentos são essencias para garantir um desenvolvimentos perfeito do seu bebê, e para passar uma gestão melhor.

O QUE NÃO PODE FALTAR NA DIETA:

Vitaminas
Todos as vitaminas e minerais são de suma importância. Na gestação, podemos dar maior ênfase ao acido fólico, acido ascórbico, vitaminas B6, A, D, E, K, cálcio, fósforo, ferro, zinco, cobre, sódio, magnésio, flúor e iodo. Para suprir as nossas necessidades é extremamente importante uma alimentação diversificada incluindo cereais, produtos integrais, oleaginosas, frutas, legumes, verduras, laticínios e carnes nas quantidades recomendadas. Os minerais e as vitaminas possuem funções específicas que garantem a saúde da mãe e o perfeito desenvolvimento fetal. É fundamental que a "futura mamãe" tenha hábitos alimentares saudáveis e "escolha" os alimentos corretamente garantindo a ingestão de todos os nutrientes necessários.

Proteínas:
Ocorre a necessidade de um adicional proteíco para suportar a síntese de tecidos maternal e fetal. É importante compreender que é importante adequar a alimentação em relação a energia e proteína. O crescimento é um processo complexo que requer mais do que um fornecimento adequado de proteínas e energia. Para garantirmos uma gestação saudável, ocorre a necessidade de uma ingestão de vitaminas e minerais dietéticos e/ou suplementados.

Energia:
Encontrar o requerimento energético ideal é difícil, porque ele está correlacionado com o peso da mulher antes da gravidez, o ganho de peso, período da gestação e a atividade física. De acordo com as Quotas Dietéticas Recomendadas (RDAs) é necessário um adicional de 300Kcal no período da gestação, em especial no segundo e terceiro trimestre.

Exemplo de Cardápio
Café da manhã
Laticínios: leite ou iogurte ou queijo magro
Pão de centeio ou integral ou francês
Creme vegetal
Frutas ou sucos de frutas ou ambos

Lanche Matinal
Vitaminas de frutas ou leite com frutas, laticínios magros ou frutas

Almoço
Verduras e legumes crus ou cozidos, consumir todos os dias em grandes quantidades.
Arroz integral ou branco ou massas
Carnes magras, no caso de frango, sem pele ( retirar a pele no preparo)
Acompanhamento – legumes e verduras cozidos, evite frituras
Sobremesa - frutas ricas em vitamina C ou suco de frutas ricas em vitamina C - acerola, Kiwi, morango, goiaba, açai, laranja, limão, tomate e couve – antioxidante e melhor absorção de ferro.

Lanche Vespertino
Leite magro + café + bolachas ou torrada

Jantar
As preparações devem ser de fácil digestão, pois geralmente as pessoas têm atividade muito sedentária após o jantar (assistir televisão, dormir, ler, estudar).
Sopas ou saladas completas.
Caso opte pelo consumo de carne, recomenda-se a ingestão de pequenas quantidades de carne e prefira as brancas e no caso das vermelhas em preparações moídas ou em sopas.
Optar pela salada + sopa ou pela salada + lanches.
Lanches com frios magros + verduras cruas e cozidas + sucos

Ceia
Mingau de aveia + leite magro ou chá + fatia de queijo magro ou um copo de iogurte magro + uma fruta.

Outras dicas:
Ingerir alimentos ácidos e gelados para amenizar os enjôos das primeiras semanas. Não consumir pratos muito pesados com gorduras, não fumar e prestar muita atenção á quantidade de sal e óleo nos alimentos.
Evitar a ingestão de mais de 2 xícaras de café por dia.
Mas lembre-se procure sempre a ajuda de um profissional para ter uma gravidez saudável e perfeita.

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Dieta para grávidas.

Dieta para grávidas

Grávida, bonita e saudável
Uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes é a chave do sucesso para a saúde do bebê e das formas da futura mamãe - que, ao se cuidar bem, não engordará além da conta

Vem bebê por aí!Passada a euforia dos primeiros dias com a notícia, gordinhas, ex-gordinhas, mulheres que estão no peso normal e até mesmo as magras não escondem o temor de perder o controle da situação e, pior, nunca mais se ver livre dos quilos adquiridos.E é preciso mesmo ficar esperta, pois a gestação vem acompanhada de uma natural alteração de medidas e muitas mudanças internas: a partir do momento da fecundação, o corpo feminino já começa a se preparar para receber a nova vida, mesmo que a barriguinha não esteja aparente. "Tudo conta na balança: o útero (que, de 25 g, pode chegar a 700 g no 9º mês), o feto (cerca de 3 kg), as membranas fetais e o líquido amniótico (2,5 kg), as mamas (1 a 1,5 kg), os edemas e o volume plasmático (1 kg)", informa a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, empresa de assessoria e atendimento em Nutrição de São Paulo (SP). O aumento de peso acontece em benefício da mãe e do bebê. "Além dos aspectos fisiológicos, ele é responsável pela reserva energética e de nutrientes para deixar a mãe saudável e capaz de amamentar a criança", complementa a nutricionista Camila Leonel Mendes de Abreu, da Clínica Médica Moema, também em São Paulo (SP).

Qualidade é tudo

Mas a vida em crescimento não justifica ceder ao impulso de alimentar-se em dose dupla. A nutricionista Gabriela Halpern, da Clínica Halpern, de São Paulo (SP), resume bem qual deve ser a preocupação da gestante: "Ela não deve comer duas vezes mais e sim duas vezes melhor". Manter uma dieta balanceada desde o início da gravidez é importante. Impede que os ponteiros da balança disparem e, ainda, previne anemia e diminui riscos de aborto, nascimento prematuro ou bebê com baixo peso, além de controlar a pressão materna e beneficiar a cicatrização dos tecidos no pós-parto.

A fome, sim, é maior - e deve ser encarada como um aviso de que seu corpo precisa de energia. Mas até o terceiro mês não há necessidade de acrescer o número de calorias, basta fazer escolhas acertadas. O ginecologista Sílvio Halpern, também da Clínica Halpern, concorda: "As demandas do feto até esse período são muito pequenas. Somente após o segundo trimestre elas sobem, elevando a carência calórica." O endocrinologista Olavo Homce Pereira, do Curso de Gestantes e Pais do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo (SP), porém, alerta: "Não é o caso de fazer uma alimentação hipocalórica para evitar engordar excessivamente, pois isso pode restringir os nutrientes necessários para o desenvolvimento do bebê ou comprometer seu crescimento." Ou seja, se a mãe não possui as reservas ideais, o filho estará mais sujeito a apresentar deficiências neurocognitivas, malformações congênitas e ter tamanho incompatível com sua idade gestacional.

Quanto comer?

A partir do início da década de 90, o método mais utilizado para determinar o ganho de peso durante a gravidez tem sido o Índice de Massa Corpórea (IMC) pré-gestacional, com base em recomendações da Academia Nacional de Ciências americana. Por essa tabela, mulheres abaixo do peso antes da gravidez (IMC menor que 19,8) podem ganhar de 12,5 kg a 18 kg; as normais (IMC entre 19,8 e 26), entre 11,5 kg e 16 kg; as com sobrepeso (IMC 26 a 29), um aumento entre 7 kg e 11,5 kg; e as obesas, menos de 6 kg. "Teoricamente, essa orientação poderia ser interessante para frear o consumo das obesas, mas deve-se tomar cuidado para não estimular ganhos excessivos em outras mulheres", analisa Camila Abreu.

Como não existe fórmula ideal, o consenso adotado atualmente é um acréscimo de peso entre 9 e 12 kg para fetos únicos e de 15 kg para gêmeos. "A idéia não é engordar 1 kg por mês. Os ideais 9 kg são distribuídos por trimestres: 2 kg no primeiro, 3 kg no segundo e 4 kg no terceiro", esclarece o endocrinologista Homce. Os 3 kg de tolerância são para atender às necessidades de certas constituições e condições físicas..

A ingestão diária recomendada pela Academia Nacional de Ciências americana tem sido adicionar a cada trimestre 300 calorias à dieta normal, que devem ser divididas entre as refeições. Assim, nos primeiros três meses é aconselhável uma ingestão de 2.300 calorias/dia e, para o segundo e terceiro, 2.500 calorias/ dia. Os valores podem aumentar em casos de gestantes com baixo peso, ou diminuir para mulheres obesas - mas sempre com orientação médica.

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