Dietas radicais -Dietas radicais faz emagrecer 17kg.

Emagrecimento Rápido

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Dietas radicais.

Fiz dietas radicais e passei fome, mas não me arrependo', diz Sarahyba
Apesar do sofrimento, Daniella conta que todos os sacrifícios valeram a pena

'Fiz dietas radicais e passei fome, mas não me arrependo', diz Sarahyba
Apesar do sofrimento, Daniella conta que todos os sacrifícios valeram a pena
04/08/2012 às 09h37
Atualizado em 04/08/2012 às 09h37

Daniella Sarahyba pode ser mamãe novamente em 2013 (Foto: Encontro com Fátima Bernardes/TV Globo)
Depois de contar que já fez muita loucura para ficar magra e que até já caiu no meio da rua por se alimentar mal, a modelo Daniella Sarahyba diz que não se arrepende de nada. "Fiz dietas radicais só de líquidos, só de saladas, passei fome, passei mal, mas não me arrependo. Valeu a pena por tudo que eu conquistei", contou a morena.
Desde que virou mãe, Daniella não pisou mais nas passarelas. "O meu forte sempre foi com foto, com a publicidade. Estou voltando aos poucos. Quis dar uma diminuída no ritmo para aproveitar bem a minha filha. Trabalho desde os 12 anos!", disse a modelo, que não quer que a filha siga seus passos na carreira.
Ainda é cedo para falar, mas se Gabriela, de 1 ano e 9 meses, quiser ser modelo Sarahyba avisa que vai bater o pé. "É muita ralação mesmo. Vou tentar convencê-la a fazer outra coisa. Além disso, quando eu resolvi ser modelo, minha mãe tinha disponibilidade para ficar comigo sempre, me acompanhar nos testes, mas eu não vou ter este tempo", explicou.
Nos planos da top ainda há espaço para mais dois filhos. "Para este ano ainda não, mas para o ano que vem já estamos planejando", contou. Além disso, para um futuro ainda distante, Daniella pretende realizar uma vontade antiga. "Quero trabalhar na área pedagógica, com crianças. É um sonho. Quem sabe um dia?", confidenciou a modelo.

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Dietas radicais mais.

Todos sabem que para emagrecer é necessário comer menos e fazer exercícios físicos, ou seja, evitar o sedentarismo. Acontece que poucos têm paciência e muito menos perseverança para desenvolver uma reeducação alimentar e mudar seu estilo de vida.

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Quem gosta de comer desregradamente quer continuar assim, pois adquiriu esse hábito. Quem não faz exercícios físicos e têm vida sedentária, a prioriza e jamais quer mudar isso. É tão bom ficar sem fazer nada.

A partir daí começa a procurar uma forma de emagrecer que lhe satisfaça e que esteja de acordo com seu modo de vida. Ora isso é impossível. Como emagrecer comendo da forma que vinha comendo e engordando, sem fazer exercícios?

Existem atualmente muitas dietas que se classificam como rápidas, por exemplo, para quem vai fazer cirurgia do coração e precisa emagrecer o quanto antes. Uma pede para evitar carboidrato e açúcares, outra é a dieta líquida, a dieta do atum, da lua, da sopa, etc.

Em primeiro lugar, as pessoas têm seus aparelhos digestivos diferentes uns dos outros e que vão se comportar de maneiras diferentes, e em muitos casos de maneira prejudicial ao organismo. Quem não metaboliza bem as proteínas e gorduras sofrerá conseqüências se fizer a dieta de restrição do carboidrato e ficará ainda mais ansiosa. Seus rins poderão entrar em sofrimento. As dietas como dos líquidos podem levar o organismo a deficiências de certos nutrientes e assim por diante.

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As Famosas Dietas Radicais…

As Famosas Dietas Radicais…

Pois é agora que começamos a entrar no Verão.. praia.. calor… biquínis…muitas pessoas começam a pensar em perder os quilinhos a mais que ganharam no Inverno, e por isso começam a tomar uns comprimidos dietéticos que pensam ser o comprimido mágico, mas que só mascaram o problema, pois são inibidores de apetite e quando a pessoa deixa de os tomar a fome volta… e a fazer dietas radicais…

No entanto essas dietas milagrosas, em que se perde 10 kg numa semana, excluem alimentos essenciais para o organismo, e mesmo jejuar dias a fim são verdadeiros atentados à saúde. É importante frisar que dietas em que a perda de peso é rápida, só tem resultado a curto prazo, pois passado algum tempo volta-se a engordar, tornando-se num verdadeiro efeito iô-iô, pois quando a dieta é abandonada a corpo adquire todo o peso perdido rapidamente, ou até mais, e isso têm consequências como por exemplo a ocorrência de estrias e flacidez.

Assim, as dietas radicais são aquelas que normalmente proporcionam resultados rápidos, porém à custa de muito sacrifício. Estas afectam também o metabolismo da pessoa e promovem a perda de massa muscular, por exemplo, quando uma pessoa perde 3kg por semana, o que ela está a perder é massa muscular e água do corpo e não a gordura, é esta perda que causa diferença na balança rapidamente, pois a mobilização de gordura demora muito mais tempo.

As dietas chamadas radicais são as seguintes (à nomes para todos os gostos):

Dieta da Lua

Esta é a mais "espacial" de todas e a mais famosa, é prática e básica. A lua tem quatro fases, então sempre que mudar a fase da lua, fica-se 24 horas à base de líquidos: sumos, tisanas, chás, águas, cafés, iogurtes e sopas batidas.
Dizem que com esta dieta pode-se perder até um quilo por semana, pois o nosso organismo tem um metabolismo que se adapta às situações a que é submetido, mas quando se passa 24 horas ingerindo somente líquidos, existe realmente uma sensação de perda de peso, no entanto não existe um emagrecimento, o que acontece é que as células de gordura (adipócitos) que armazenam os nutrientes que ingerimos ficam "debilitadas" e isso dá uma sensação de leveza. No entanto depois de 24 horas de líquidos, a ingestão de alimentos volta ao normal e o que acontece, é que a necessidade dos adipócitos em armazenar nutrientes vai aumentar porque precisou de nutrientes e não os tinha, assim o que é ingerido em vez de ser metabolizado e transformado em energia, vai ser tudo armazenado, aumentando o tamanho dos adipócitos.
Esta dieta pode ter um efeito imediato muito satisfatório mas a médio e longo prazo pode ser prejudicial para a saúde, pois o excesso de líquidos produz uma sobrecarga renal, já para não falar de que só são ingeridos micro nutrientes (legumes) e nada de macro nutrientes (hidratos de carbono e proteínas) que são essenciais para que o organismo trabalhe correctamente.

Dieta da Sopa

Esta é uma dieta também muito conhecida, que consiste em comer só sopa de legumes, sendo o repolho (aipo) predominante, durante alguns dias e também permite a ingestão de frutas (maçã, melancia, mamão e banana). Com esta dieta pode-se perder 3 a 7 kg por semana, no entanto manter este regime por mais de uma semana pode ser prejudicial para o organismo, pois esta dieta corta por completo a ingestão de hidratos de carbono, fonte de energia para o organismo.
Assim, apesar de poder conter uma boa quantidade de vitaminas, minerais e fibras, esta dieta é pobre em proteínas, gorduras (boas) e hidratos de carbono, ou seja, não segue os princípios de uma dieta balanceada, e por isso pode ocasionar carência de nutrientes essenciais e levar a sintomas de sonolência, fraqueza, mal-estar e dores de cabeça. Além disto, quando a pessoa volta a alimentar como antes, tende a recuperar tudo o que emagreceu.

Dieta da Seiva

Esta é mais uma dieta "bebível", ou seja, é uma bebida dissolvida num litro e meio de água com sumo de 1 limão, que se deve beber durante 3 a 5 dias, e que substitui todas as refeições.
No entanto, como todas as dietas radicais, não é boa para o organismo, pois pode provocar cansaço, fome excessiva ao fim dos 5 dias, cólicas renais, e infecções nos rins, fígado e intestinos.

Dieta do Jejum

Esta nem pode ser considerada uma dieta, pois consiste em não comer nem beber nada durante os dias que se aguentar. O jejum é prejudicial para o organismo, pois numa forma de defesa, o metabolismo torna-se mais lento e a perda de peso não ocorre de uma forma normal, ou seja, além de fazer mal à saúde, a perda de peso é basicamente às custas da perda de líquidos celulares e massa muscular, e desta forma não é eficaz.

O que acontece quando a pessoa deixa de fazer a dieta porque não aguenta mais, é que o organismo recupera e passa a aumentar o peso, pois mantém uma reserva maior de energia armazenada (gordura) para se prevenir no caso de um próximo jejum.

No entanto esta dieta pode ser muito perigosa pois pode iniciar uma anorexia, o indivíduo começa a habituar o organismo a não receber alimentos, o que pode trazer consequências muito sérias e graves para a saúde.

Dieta do Tipo Sanguíneo versus Dieta dos Genes

Esta dieta foi desenvolvida pelo americano Peter J. D'Adamo, que explica que deve existir uma alimentação diferente para cada tipo sanguíneo, ou seja, esta dieta baseia-se na teoria de que o tipo sanguíneo determina funções digestivas, estruturas imunológicas e que alguns alimentos podem causar emagrecimento ou aumento de peso.

Acredito que cada um de nós tenha um património genético único e que cada um de nós pode ter intolerâncias e reacções menos positivas a alguns alimentos, mas até ser considerado uma dieta, está muito longe, pois apenas exclui os alimentos mais problemáticos para o organismo do indivíduo.

Esta é no entanto uma dieta polémica pois não existe comprovação científica da relação entre o tipo de sangue e a dieta ideal.

Dieta do Dr Atkins

Conhecida mundialmente como a dieta da proteína, foi criada na década de 80 pelo médico americano Robert Atkins.

O método de emagrecimento consiste em diminuir ou restringir os hidratos de carbono (massas, pão, batata) e abusar das proteínas e gorduras (Carnes, peixes, ovos e lacticínios)

No entanto a falta de hidratos de carbono, faz com que o organismo passa a ir buscar energia às gorduras, pois os hidratos de carbono são a fonte de energia, e sem a entrada deles no organismo este tem que os ir buscar a qualquer lado. No entanto a pessoa emagrece porque os hidratos de carbono estimulam a produção de insulina, hormona que provoca a fome, assim não ingerindo hidratos vai haver uma diminuição do hormona , originando menos fome, e assim o individuo consegue emagrecer.

Entretanto, esta dieta proporciona fraqueza, dores de cabeça e mal-estar, pois começa-se a ficar sem energia, até a capacidade de raciocínio diminui drasticamente. Outro problema é que esta dieta aumenta a carga de proteína nos rins alterando o equilíbrio ácido do corpo, que pode resultar em perda de minerais nos ossos e comprometer a integridade óssea.

Assim, dietas com baixo consumo de hidratos de carbono estão "longe do conceito de saudável".

Desta forma podemos concluir que as dietas radicais têm imensos efeitos negativos, tais como:

Perda de massa muscular,
Quebra drástica do metabolismo,
Redução de função imunitária, ou seja, menos capacidade para resistir às doenças
Risco de perda de massa óssea
Desequilíbrio do metabolismo devido á degradação do tecido muscular e má compensação energética
Falta de energia, e princípios de anemia,
Alterações de memória, concentração do sono e atenção.
As dietas para perder peso são uma ajuda fundamental para quem deseja emagrecer, no entanto, estas têm que ser balanceadas, ou seja, em que são consumidos alimentos de todas as camadas da pirâmide alimentar.
No entanto, uma dieta deve ser personalizada e desenvolvida por um profissional, pois as dietas são uma reeducação alimentar.
Assim, deve-se evitar dietas nas quais se come apenas um alimento específico, pois podem funcionar a curto prazo por terem poucas calorias, mas normalmente têm o "efeito iô-iô", e podem ser bastante prejudiciais para a saúde.
A base de uma alimentação saudável está na moderação em relação a tudo o que se come.

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DIETAS LOW CARB SÃO DIETAS RADICAIS?

DIETAS LOW CARB SÃO DIETAS RADICAIS?

Pra começo de conversa, qual o seu conceito de radical? Se para você esta palavra significa "resolver os problemas pela raiz", bem… neste caso, as dietas low carb são radicais, pois, conforme já vimos anteriormente, o que nos faz engordar é a insulina e o que eleva a insulina são os carboidratos. Ao restringir o consumo de carboidratos, estamos "matando o mal pela raiz".

No entanto, para a maioria das pessoas, não é este o significado da palavra. Geralmente, quando as pessoas me perguntam sobre minha dieta e eu falo que não como mais do que 20g de carboidratos por dia, cortando frutas, pão (inclusive integral), leite, massa, sucos (e etc.); a maioria das pessoas mostra resistência. Afinal, ninguém quer sair de sua zona de conforto e todos sonham com uma dieta em que se possa comer de tudo um pouco.

Pois bem, este tipo de dieta, em que se pode comer "de tudo um pouco" existe: são as dietas de restrição calórica. Você pode comer de tudo… em porções ridículas e controladas neuroticamente para não extrapolar a quantidade de calorias, com o intuito de manter um balanço calórico negativo. Ou seja, mantê-lo em um estado em que você ingere menos calorias do que gasta, deixando seu corpo passando fome permanentemente. Parece exagerado? Talvez, mas não está muito longe da realidade.

Depois disto começam as coisas estranhas… para a abordagem acima funcionar, você precisa comer de três em três horas, fazendo 6 refeições pequeníssimas por dia. Afinal, você não pode sentir fome, pois se sentir, ela vem com força descomunal e você acaba pegando aquela lata de leite condensado que escondeu no fundo da despensa pra ninguém ver, uma lata de Nescau e se entupindo de brigadeiro. Ou então, no verão, você compra um pote de 2 litros de sorvete e come metade dele enquanto vê televisão ou faz alguma outra atividade sedentária. Para piorar a situação, você se sente um idiota, porque "não teve força de vontade" e pensa que "precisa se controlar" e "fazer mais exercício". E se não bastasse, seus parentes e alguns amigos se veem na obrigação de lhe "ajudar" jogando tudo isso na sua cara, o que lhe faz se sentir ainda pior. Se identificou? É… eu também já passei por isso.

Agora pense comigo:

você já viu um leão fazendo regime? Já viu um tigre colocando o despertador do celular para tocar de três em três horas para comer? Já pensou se uma preguiça sabe quantas calorias tem em cada 100g de folhas? É óbvio que NÃO!

A pergunta que fica é: se nenhum dos animais precisa fazer este monte de coisa esdrúxula para manter a forma, por que diabos a gente precisaria?

A resposta é: a gente não precisa.

O motivo pelo qual os animais não precisam tomar tais cuidados é que na natureza eles se alimentam única e exclusivamente daquelas coisas para as quais eles estão adaptados. Ou seja, a dieta (em sentido amplo) das espécies é baseada na evolução (no sentido darwiniano da palavra) das mesmas. Por mais que você tenha crescido comendo massa, sorvete, biscoitos, pão, batata, milho, doces, leite, cerveja (sim, infelizmente) e qualquer outra coisa com amido, lactose, maltose ou açúcar; se você está acima do peso é muito provável que seu corpo não esteja adaptado para processá-los corretamente e o melhor que você pode fazer é limitar o consumo destes produtos o máximo que puder.

Parece radical demais?

Parece que você nunca vai conseguir?

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Parece que você terá para sempre desejos loucos de comer carboidratos?

Parece que você terá para sempre desejos loucos de comer carboidratos?

Não é bem assim: ao restringir o consumo de carboidratos a valores baixos (eu consumo no máximo 20g diários), controlamos a glicose no sangue. Ao controlar a glicose, controlamos a insulina. A insulina baixa ativa a queima do estoque de gordura do corpo e então, após alguns dias sem carboidratos, passamos a queimar nossa própria gordura como combustível. Nosso corpo entra no estado que chamamos tecnicamente de cetose, ou ketosis, em inglês (Quer saber mais? Veja este infográfico).

Como consequência deste processo, você não sente fome nos intervalos entre as refeições. E depois de um tempo, a fome como um todo começa a reduzir naturalmente. Quando você percebe, você está comendo menos e por vezes, você até acaba esquecendo de alguma refeição (como o café da manhã por exemplo), ou substituindo o jantar por algumas fatias de queijo com presunto.

E o mais importante: você não faz isto porque você está se controlando, mas simplesmente porque você não sente fome. E, com o tempo, seu paladar vai mudando. Eu, depois do terceiro mês de dieta, resolvi provar um croquete e a sensação que eu tinha era de estar comendo massinha de modelar, devido à quantidade de farinha: aquilo não era comida de verdade. Outra vez tentei comer um pedacinho minúsculo de um bolo de aniversário e quase passei mal de tão doce que aquilo era.

Em uma dieta low carb. Você não precisa se controlar nas quantidades de comida nem contar calorias. Você pode comer até a fome acabar. Nem mais, nem menos. A única medida de quanto ou quando você deve comer é sua fome. O único esforço que você terá é comer as coisas certas.

Então a pergunta que eu faço é: o que é mais difícil? Fazer uma dieta em que você precisa cortar uma categoria de alimentos que apesar de ser saborosa, te faz engordar, mas poder comer o quanto quiser das outras duas categorias (gorduras e proteínas), sem passar fome? Ou ir contra sua natureza, tendo de lembrar de comer em horários específicos, controlar o quanto você come, contar as calorias e ficar o tempo inteiro com fome, mas com o "benefício" de poder comer carboidratos?

Eu não sei para você mas para mim a resposta é fácil: difícil é passar fome e ter que apostar no autocontrole. Fácil é comer à vontade (as coisas certas) e deixar a natureza fazer seu trabalho.

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