fucus vesiculosus -fucus vesiculosus emagrece até 17kg.

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O que e fucus vesiculosus.

O fucus vesiculosus é uma alga marinha encontrada nas costas do Mar do Norte, Mar Báltico e Oceanos Atlântico e Pacífico. O fucus era fonte original de iodo, descoberto em 1811, e usado extensivamente para tratar bócio, um inchaço na glândula tireóide relacionado à deficiência de iodo. A partir de 1860 foi defendido que o fucus era um estimulante de tireóide e poderia combater a obesidade ao elevar a taxa metabólica. Desde então, o fucus vem sendo parte de várias fórmulas e remédios para emagrecer.
Consumo do fucus vesiculosus

O fucus é um alimento comum no Japão e usado como aditivo alimentar e aromatizante em vários alimentos na Europa. Fucus também é comumente encontrado como componente de suplementos alimentares.
Composição do fucus vesiculosus

O principais elementos contidos no fucus incluem mucilagem, manitol, beta-caroteno, iodo, zeaxantina, bromo, óleos voláteis, potássio e vários outros minerais. O principal uso do fucus na medicina herbal é como fonte de iodo, um nutriente essencial para o glândula tiróide. O fucus têm se mostrado útil no tratamento de hipotireoidismo e bócio. Através de regulação da função da tiróide há melhora em todos os sintomas associados. Desta forma, quando a obesidade estiver relacionada aos problemas na tiróide, o fucus poderia ser útil para combater o excesso de peso.
Fucus como suplemento alimentar

O fucus é usado como suplemento alimentar com indicação para pessoas que tenham obesidade associada à deficiência de iodo e hipotireoidismo. Fucus também tem reputação de aliviar reumatismo e azia.

O fucus não deve ser usado em casos de hipertiroidismo, problemas cardíacos ou durante a gravidez e amamentação. Doses excessivas de fucus podem ocasionar hipertiroidismo, tremor, elevação da pulsação e da pressão sanguínea.

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BENEFÍCIOS E USOS - FUCUS VESICULOSUS.

BENEFÍCIOS E USOS - FUCUS VESICULOSUS
O fucus é um alimento comum no Japão e usado como aditivo alimentar e aromatizante em vários alimentos na Europa. É utilizada no tratamento da obesidade relacionada ao hipotireoidismo, devido ao seu significativo teor de iodo, essencial à síntese de hormônio pela tiróide. A presença de fibras mucilaginosas estimula o funcionamento intestinal. Exibe, também, moderada ação diurética. Fucus também é comumente encontrado como componente de suplementos alimentares.

DESCRIÇÃO: Fucus vesiculosus é uma alga do gênero feofícea, do grupo laminariáceas, que são colhidas na maré baixa e deixadas secas ao sol. São algas microscópicas que, quando rehidratadas, aumentam o seu tamanho em até 10 vezes, sendo esta propriedade muito explorada com fins terapêuticos com agente dilatador de canais e trajetos fistulosos. O fucus vesiculosus atua como estimulante da glândula tireóide, sendo indicado para o tratamento da obesidade e hipotireoidismo. Estas propriedades devem-se ao alto poder de fixação do iodo do mar por estas algas.

INDICAÇÃO: Chá de fucus Anti-celulite, bulimia, gorduras localizadas, auxilia a elasticidade da pele, reguladora do intestino, antiácida, levemente diurética, regula menstruações e fortifica o útero, acelera o metabolismo celular, disfunções da tireóide, vesícula e obesidade. Fucus também tem reputação de aliviar reumatismo e azia.

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FUCUS VESICULOSUS – ESTIMULANTE DA TIREÓIDE, DIURÉTICO, DEPURATIVO DO SANGUE, COMPLEMENTO MINERAL.

FUCUS VESICULOSUS – ESTIMULANTE DA TIREÓIDE, DIURÉTICO, DEPURATIVO DO SANGUE, COMPLEMENTO MINERAL.
O fucus é uma alga castanha, extremamente abundante nos rochedos das costas do Atlântico, Pacífico e Mar do Norte, onde a sua acumulação atinge 15-20cm de espessura.

Plínio descreveu o fucus com o nome Quecus marina era então utilizada para as dores das articulações.

Muito utilizada no século XVIII para o tratamento da asma das doenças de pele, sendo então seu uso abandonado no início do século XIX quando Curfois descobre o iodo em 1811. O fucus é arrancado dos rochedos pelas marés cheias e de novo lançado sobre estes. Os anglo saxôes do litoral utilizaram-no na alimentação, e os franceses como adubo.
Propriedades farmacológicas

Tanto a homeopatia quanto a fitoterapia utilizam o fucus vesiculosus que devido a sua riqueza em elementos que absorve do seu meio natural e que são transferidos para o organismo humano, é usado como complemento da dieta.

É indicada no tratamento do hipotireoidismo e em disfunções da tireóide devido à grande concentração de iodo, conferindo-lhe uma ação estimulante da tireóide, favorecendo os processos catabólicos, regularizando a produção do hormônio tireotrofina e acelerando o metabolismo da glicose e ácidos graxos, sendo este o motivo do uso como coadjuvante em tratamentos de perda de peso e redução do colesterol.

A abundância de sais minerais faz do fucus uma planta remineralizante. O iodo confere uma ação estimulante da tiróide. Favorecendo os processos catabólicos, pois é utilizado como coadjuvante no tratamento de emagrecimento. Os sais potássicos são diuréticos.

Devido a grande capacidade de entumecer da algina, que não se absorve no intestino, induz uma sensação de satisfação gástrica. Já por sua grande capacidade de aderência e seu poder de revestimento são soluções coloidais dos alginatos, atua como protetora das mucosas digestivas.

É laxante suave e, por seu poder absorvente, antidiarréico.

O alginato de cálcio pode ser usado como hemostático local de ação rápida.

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Fucus vesiculosus.

Fucus vesiculosus
e procura as sementes que são transportadas pelo mar, veja Fava-do-mar.
Fucus vesiculosus

Classificação científica
Reino: Chromalveolata
Filo: Heterokontophyta
Classe: Phaeophyceae
Ordem: Fucales
Família: Fucaceae
Género: Fucus
Espécie: F. vesiculosus
Nome binomial
Fucus vesiculosus
L.
Vesículas de F. vesiculosus.

Frondes de F. vesiculosus (com pneumocistos).

Vesículas de gás.
Fucus vesiculosus L., conhecida pelos nomes comuns de bodelha e fava-do-mar, é uma espécie de macroalga castanha (Phaeophyta) com distribuição natural nas costas das regiões temperadas e frias dos oceanos Pacífico e Atlântico, incluindo o oeste do Mar Báltico.1 Foi a partir de um extrato desta alga que em 18112 foi descoberto o elemento químico iodo, razão pela qual foi extensivamente usada em tratamentos para o bócio, uma hipertrofia da glândula tiróide relacionada com uma crónica deficiência metabólica em iodo.
As frondes de F. vesiculosus apresentam uma nervura central proeminente e vesículas de gás (aerocistos ou pneumatocistos) quase esféricos, geralmente em pares distribuídos de forma simétrica em relação à nervura central do talo. Os aerocistos estão em geral ausentes nas algas jovens. A margem do talo é lisa e a fronde apresenta uma clara ramificação dicotómica. A espécie é frequentemente confundida com Fucus spiralis, uma espécie estreitamente aparentada com a qual hibridiza.3
Pertence a um grupo de algas multicelulares, fundamentalmente marinhas, e a sua cor castanho-amarelada deriva do pigmento fucoxantina. Em relação à sua morfologia, apresenta-se como um talo plano e ramificado dicotomicamente, com pequenas dilatações cheias de ar (aerocistos) que asseguram a flutuação do talo. Na época de reprodução, a extremidade distal dos talos fica intumescida. Nessas extremidades férteis, crivadas de orifícios minúsculos, é produzida uma geleia de coloração alaranjada ou verde-escura, conforme o sexo é, respectivamente, masculino ou feminino.
F. vesiculosus é uma alga dióica. Os gâmetas são geralmente libertados para a água em situações de fraca ondulação, quando as correntes são fracas junto à costa. São simultaneamente produzidos e libertados oogónios e anterídios que são fertilizados externamente para produzir os zigoto.3 Os oogónios são fertilizados pouco depois de serem libertados do receptáculo. Um estudo realizado nas costas do Maine mostrou que ocorria cerca de 100% fertilização tanto em zonas abrigadas como em zonas expostas à ondulação.3 Populações constantemente submersa no Mar Báltico são muito sensíveis a condições de turbulência. As altas taxas de fertilização são conseguidas porque os gâmetas apenas são libertados quando a velocidade da água circundante é baixa.4
A espécie tem uma ampla área de distribuição natural, ocorrendo nas costas das regiões temperadas e frias dos oceanos Pacífico e Atlântico. No Atlântico Norte e mares adjacentes há registos da sua ocorrência nas costas atlânticas da Europa, norte da Rússia, oeste do Mar Báltico, Gronelândia, Açores, Canárias, costa atlântica de Marrocos e Madeira.5 6 Ocorre também na costa atlântica da América do Norte desde a ilha Ellesmere, Baía de Hudson até à Carolina do Norte.7 Fucus vesiculosus é uma das algas mais comuns nas costas das Ilhas Britânicas.8
A espécie é particularmente abundante em costas rochosas abrigadas, tendo como habitat preferencial águas límpidas e bem arejadas com profundidade até 5 m. Ocorre desde o médio-litoral até aos níveis mais baixos da zona entremarés.7 A sua presença é rara em costas muito expostas à acção da ondulação, sendo que os poucos espécimes que aí ocorrem são curtos, atarracados e sem aerocistos (vesículas de gás).9
As frondes de F. vesiculosus servem de suporte a alguns organismos coloniais, mas servem de abrigo para espécies como o anelídeo Spirorbis spirorbis, isópodes herbívoros, como algumas espécies do género Idotea, e gastrópodes raspadores como Littorina obtusata.3
Os florotaninos presentes em Fucus vesiculosus actuam como defesas químicas contra os herbívoros marinhos, nomeadamente contra o búzio Littorina littorea.10 Apesar disso, é a presença de galactolípidos, e não de florotaninos, que desencoraja a herbivoria por algumas espécies, entre as quais o ouriço do mar Arbacia punctulata.11 A presença de metil-jasmonato parece induzir a produção de florotaninos.12 Fucofloretol-A é um dos tipos de florotaninos presentes em F. vesiculosus.13
A presença nesta alga de compostos e elementos com interesse dietético, como mucilagens, algina, manitol, betacaroteno, zeaxantina, óleos voláteis, iodo, bromo, potássio e muitos outros minerais. Por essa razão é utilizada no tratamento da obesidade associada ao hipotiroidismo devido ao seu significativo teor de iodo, essencial à síntese das hormonas produzidas pela tiróide. A presença de fibras mucilaginosas estimula o funcionamento intestinal. Exibe, também, moderada acção diurética. É desaconselhada a ingestão desta alga por indivíduos alérgicos ao iodo.
Foi demonstrado que a ingestão de Fucus vesiculosus ajuda as mulheres com ciclo menstrual anormal e com história de problemas de saúde associados à menstruação.14 Foi demonstrado que doses de 700 a 1400 mg/dia alargam o ciclo menstrual, diminuindo o número de dias de menstruação por ciclo e reduzindo os níveis de 17β-estradiol no plasma sanguíneo

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