Oleo de Coco Extra Virgem emagrece até 17kg.

Emagrecedor

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Oleo de Coco Extra Virgem.

ÓLEO DE COCO EXTRA VIRGEM: FONTE DE SAÚDE E BELEZA
Não é segredo que a água de coco traz benefícios à saúde e é uma arma poderosa contra a desidratação. Mas é outro derivado da fruta que chegou ao Brasil recentemente com a promessa de uma vida mais saudável e emagrecimento que está dando o que falar: é o óleo de coco extra virgem.

De acordo com empresas especializadas, esse produto é extraído por meio de um processo que evita a oxidação dele e a consequente produção de colesterol "ruim" - LDL -, o que previne doenças cardiovasculares e cerebrais. "O óleo de coco extra virgem tem ação antioxidante, age na estrutura e funcionamento do sistema metabólico.
Destaca-se pela regulação hormonal, melhora do sistema imunológico e produção de energia", afirmou a nutricionista Marina Rosalem, da Carduz, empresa que importa o óleo de coco da BARLEAN´S para o Brasil.
Os especialistas também afirmam que o óleo de coco tem o poder de regular as funções intestinais, tanto quando o intestino é mais "preguiçoso" como em casos de diarreia. Isso porque o produto contém o ácido láurico. "Por meio da monolaurina, o láurico ajuda a eliminar as bactérias patogênicas , protegendo e favorecendo o crescimento da 'flora amiga'", explicou a nutricionista.

Para a alegria das vaidosas de plantão, também existe a ação cosmética. Como o líquido lubrifica a pele, facilita que os nutrientes contidos no sangue cheguem até ela, numa ação contra o envelhecimento. Já o ácido láurico inibe o crescimento de bactérias na epiderme, prevenindo a acne, por exemplo.

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Óleo de coco extra-virgem, o novo queridinho dos consultórios de nutrição.

Óleo de coco extra-virgem, o novo queridinho dos consultórios de nutrição
Opção para quem deseja perder alguns quilinhos para ficar com tudo em cima ainda neste verão, o óleo de coco ajuda a reduzir a gordura abdominal e vem sendo cada vez mais indicado por nutricionistas de todo o país como complemento da dieta diária

Apesar de ter fama de gorduroso e engordativo, um dos alimentos mais tradicionais do verão brasileiro, o coco, é também um dos preferidos por nutricionistas para as dietas de perda de peso quando consumido na forma de óleo. Isso acontece porque, ao contrário da maioria dos alimentos ricos em gorduras, o óleo de coco é formado por um tipo de gordura "do bem", muito positiva para o bom funcionamento do organismo, intitulada triglicerídeo de cadeia média (TCM).

Segundo a nutricionista Elaine de Pádua, que atende em clínica de São Paulo, o óleo de coco extra-virgem é muito indicado para quem deseja perder peso de maneira natural, sem precisar recorrer a dietas extremamente restritivas, por se tratar de um tipo de gordura que tende a gerar saciedade por parte de quem a consome, diminuindo a fome:

— Além de seu papel saciador, de regulador da função intestinal e de atuar como um poderoso auxiliar na redução da gordura, principalmente abdominal, o óleo ajuda a combater os radicais livres e, com isso, retarda o envelhecimento da pele, além de atuar como protetor cardiovascular. Trata-se de um alimento muito completo e recomendado pelos nutricionistas para consumo diário, já que suas propriedades ajudam a complementar a alimentação — explica a especialista.

O sucesso do óleo está ligado ao fato de recentes pesquisas terem comprovado que quem o incluiu na dieta perdeu mais medida na região abdominal do que quem seguiu uma dieta comum.

— A principal vantagem do óleo de coco extra-virgem, quando comparado com outros tipos de gordura, se deve ao fato de ele ser absorvido mais facilmente pelo organismo e transformado rapidamente, no fígado, em energia para as tarefas do dia a dia, deixando de se acumular na forma de gordura, especialmente na região da cintura — esclarece Elaine.

E, para ajudar, os componentes lipídicos do óleo de coco apresentam propriedades antibacteriana e antifúngica, que combate, inclusive, a candidíase e a gastrite bacteriana.

Como complemento, o óleo de coco é considerado também um excelente aliado na prevenção de enfartos e doenças cardíacas. De acordo com a presidente da Sociedade de Cardiologia do Rio de Janeiro (Socerj), Gláucia Oliveira, os resultados da excelente atuação do alimento na prevenção de problemas do coração foram comprovados por uma pesquisa recente da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ele vem sendo altamente recomendado a pacientes com sobrepeso e histórico de doenças cardíacas na família.

— A composição do óleo conta com uma excelente quantidade de gordura saturada de boa qualidade, que difere da tradicional gordura saturada presente nas carnes e produtos industrializados. Portanto, ele atua como um fantástico substituto da gordura saturada de origem animal e da trans, prejudiciais à saúde.

Seu consumo moderado eleva os níveis do bom colesterol (HDL) no organismo, o que pode levar o indivíduo a uma considerável diminuição dos riscos do surgimento de aterosclerose, derrame cerebral e doenças cardiovasculares, como infarto agudo do miocárdio.

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Como consumir óleo de coco?

Como consumir?

O óleo de coco está à venda em lojas de produtos naturais e já pode ser encontrado também na maioria dos grandes mercados brasileiros. A nutricionista indica que se consuma diariamente duas ou três colheres do produto para que os resultados sejam perceptíveis na dieta, evitando excessos, pois o óleo pode dar origem a diarreias, em alguns casos. Além disso, para preservar suas propriedades nutricionais, o ideal é consumi-lo em preparações frias, como em saladas, shakes e torradas.

Como complemento, deve-se lembrar que o consumo de óleo de coco não deve substituir completamente outros óleos vegetais, pois ele contém baixo teor de gorduras essenciais, como o ácido linoleico (ômega-6) e não contém ácido alfa-linolênico (ômega-3), que devem ser obtidos a partir da utilização de outros óleos vegetais protetores do coração, como azeite de oliva, óleo de canola e óleo de linhaça, na alimentação.

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Óleo de coco emagrece mesmo?

Óleo de coco emagrece mesmo?
Todos estão de olho nele, a bola da vez em termos de perda de peso. Mas sua eficácia divide opiniões. Fique por dentro e avalie se vale a pena investir no alimento
Se tem um óleo que pode ser considerado o queridinho do momento, é o de coco extravirgem. Extraído do fruto maduro, ele virou febre principalmente entre aqueles que desejam se livrar de vez das dobras que teimam em se espalhar por diversas partes do corpo.

Para pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a UFRJ, todo esse auê é compreensível. Eles prescreveram uma dieta de manutenção de peso a 30 homens com um grau de obesidade leve. Enquanto metade consumiu 1 colher de sopa cheia de óleo de coco todo santo dia, a outra teve de engolir óleo de soja, na mesma porção.

Em 45 dias, o resultado agradou: apesar de o óleo proveniente da fruta ser cheio de gordura saturada e calorias, ele ajudou a reduzir o índice de massa corporal, o volume de gordura e a circunferência na cintura de quem o incorporou à dieta. Além disso, contribuiu para o aumento de massa magra, ou seja, músculo puro. "Há o caso de um paciente que perdeu cerca de 7 quilos", revela a nutricionista Christine Erika Vogel, uma das responsáveis pela investigação.

De acordo com a especialista, o óleo auxiliaria no emagrecimento porque carrega um tipo de gordura conhecido como triglicerídeo de cadeia média, com destaque para o ácido láurico. E esse tal de ácido láurico gera energia na célula de forma acelerada. "As outras versões precisam de uma enzima para realizar esse processo, acumulando-se mais facilmente na forma de gordura corporal", explica. Na prática, o óleo de coco turbinaria o gasto energético, favorecendo, assim, a degola dos pneus.

As qualidades desse derivado do coco não se resumem à sua capacidade de botar lenha no metabolismo. "Assim como outros óleos e gorduras, o produto derivado da fruta retarda o tempo de esvaziamento gástrico, proporcionando maior sensação de saciedade", diz a nutricionista Andréia Naves, que é diretora da VP Consultoria Nutricional, em São Paulo.

Dessa forma, a quantidade de comida que vai ao prato ao longo do dia tende a ser menor - seria o fim dos ataques desenfreados de gula sem tanto sacrifício. "Aliado a uma alimentação equilibrada e à prática regular de atividade física, esse efeito auxiliaria no emagrecimento", avalia Andréia.

Para Ana Carolina Gagliardi, nutricionista do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo, o Incor, não há dúvidas sobre o poder das gorduras em deixar a barriga empanturrada. "Ainda assim, o papel do óleo de coco no processo de perda de peso é muito controverso", pondera. "É que as pessoas que o consumiram durante os estudos também seguiram uma dieta com restrição de calorias. Por si só, isso já torna o emagrecimento presumível."

"Realmente, não adianta ingerir o óleo de coco e exagerar nos salgados, nas frituras e nos doces. Não há milagres. Para emagrecer, é preciso mudar o estilo de vida", concorda Christine, pesquisadora da UFRJ. Só para constar, cada grama de óleo de coco reúne 9 calorias. Portanto, incorporá-lo à dieta sem providenciar mudanças no restante do cardápio não fará com que o ponteiro da balança tombe.

"A recomendação é que 25 a 30% de nossa alimentação seja composta de gorduras, sendo que no máximo 7% devem vir das saturadas, como as presentes no óleo de coco. Então, quem usar o ingrediente precisa investir em alterações na rotina, como preferir carne magra e tomar leite desnatado", avisa a nutricionista Ana Carolina.

Extravirgem ou refinado?
Se bater a dúvida, opte pelo primeiro sem pestanejar. "A versão extravirgem é obtida da carne do coco maduro, que pode ser fresco ou seco", conta Bruna Murta, nutricionista da rede Mundo Verde, em São Paulo. "Nesse processo, não são empregados solventes químicos nem altas temperaturas. "Por outro lado, o produto refinado, ou virgem, apresenta perda de uma parte dos antioxidantes. "Por isso, seus benefícios são comprometidos", conclui Bruna.

Polêmica à vista
Além do aspecto da saciedade, os outros benefícios relacionados ao óleo de coco não são vistos com tanta empolgação por uma boa parte de especialistas, já que o fato de ser formado por gorduras saturadas do tipo triglicerídeo de cadeia média não é considerado exatamente uma grande vantagem.

"De fato, eles são processados com maior rapidez. Mas gerar energia não é o mesmo que dissipá-la como calor", informa Rosana Radominski, endocrinologista e presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. "Ela pode ser usada para ajudar a acumular gordura no corpo, caso a ingestão calórica seja maior do que o gasto."

O também endocrinologista Alfredo Halpern, do Hospital das Clínicas de São Paulo e autor do livro A Nova Dieta dos Pontos para Crianças e Adolescentes, recém-lançado por SAÚDE, vai na mesma toada: "Talvez a gordura saturada de cadeia média possa fazer menos mal do que a de cadeia longa. Daí a dizer que emagrece é absurdo. Ela engorda tanto quanto as outras".

É bom frisar que rechear a mesa com alimentos gordurosos merece atenção redobrada não só porque dispara o risco de obesidade, epidemia que está por trás de uma série de doenças - de males cardiovasculares a câncer. A digestão vagarosa, por exemplo, pode ser um problema para certas pessoas. "Uma dieta rica em gordura é capaz de piorar os sintomas de quem já sofre com um processo digestivo mais lento ou tem histórico de refluxo", conta o gastroenterologista Ricardo Barbuti, que integra a Federação Brasileira de Gastroenterologia.

Outro grupo que deve pensar duas vezes antes de regar sem pudor os pratos com óleo de coco é o de pacientes diagnosticados com esteatose hepática, quando o fígado entra num processo de engorda. "Devido à sua composição, o alimento pode aumentar a dimensão do problema", esclarece a nutricionista Andréia Naves.

Camuflado no prato
Não tem jeito: nem todo mundo é fã do sabor pronunciado da fruta. Se for desse time, anote a dica: "Antes de refogar os alimentos, deixe o óleo por mais tempo em fogo brando para que o aroma se dissipe", aconselha a nutricionista Christine Erika Vogel, da UFRJ. Caso queira temperar saladas, o óleo pode ser misturado ao azeite. Já em pratos com peixes e frutos do mar, seu sabor entra como um excelente complemento.

E o coração?
Além de notar a redução de peso dos voluntários, os cientistas da UFRJ encontraram evidências de que o óleo de coco extravirgem ajudou a elevar as taxas do HDL, o bom colesterol, e freou o desenvolvimento do LDL, um algoz do peito. "Alguns estudos já demonstraram que os triglicerídeos de cadeia média reduzem a produção de uma lipoproteína chamada VLDL, associada ao aumento do LDL", lembra a pesquisadora Christine.

Mas está aí outro tema que incita um acalorado debate. É que a gordura saturada, independentemente de ser de cadeia média ou longa, é reconhecida por aumentar os dois tipos de colesterol, especialmente aquele que ameaça a saúde. "Logo, o óleo de coco não é indicado nem para prevenir nem para tratar doenças cardiovasculares. Pior do que esse tipo de gordura, só a trans, já que estimula a produção de LDL e reduz o HDL", adverte Ana Carolina, do Incor.

Justamente por suscitar dados contraditórios, não é de surpreender que os especialistas concordem em um ponto: é preciso colocar o óleo de coco no centro de outros estudos antes de considerá-lo a última palavra no que diz respeito ao emagrecimento. "Outras variáveis devem ser investigadas e mais pesquisas são necessárias para corroborar a tese de que ele é mesmo um aliado da boa forma", diz Mariana Del Bosco, nutricionista da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.

Agora, quem quiser testar seus efeitos pró-emagrecimento antes que os pesquisadores batam o martelo deve se restringir a 2 colheres de sopa diárias. "Comece consumindo uma quantidade pequena para evitar desconfortos gastrointestinais como náuseas, cólicas e diarreia", indica Bruna Murta, nutricionista da rede Mundo Verde, na capital paulista.

As doses caem bem antes das principais refeições - para estimular logo a saciedade - ou adicionadas a saladas, pratos quentes, molhos, massas, sucos e shakes. Caso opte pelas cápsulas, saiba que são necessárias 12 delas para conquistar os possíveis efeitos de 1 colher de sopa do óleo de coco. Você decide.

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