comprimidos para emagrecer -comprimidos para emagrecer até 17kg.

Emagrecedor

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comprimidos para emagrecer.

No artigo de hoje trazemos mais uma análise de um produto para emagrecer, sendo que o produto que hoje vamos dar a conhecer aos nossos leitores é o SlimGel, a fórmula de emagrecimento de que tanto se fala e escreve hoje em dia, pelos resultados positivos que tanto tem dado a pelas mudanças para melhor que tem provocado na vida de muitas pessoas. O SlimGel é de facto o produto da moda no que diz respeito a processos de emagrecimento, pois os resultados obtidos, segundo os inúmeros testemunhos são muito positivos e fazem-nos acreditar que é provavelmente, neste momento, o produto natural para emagrecer que melhores resultados obtém. Mas a questão que amplia ainda mais o sucesso do SlimGel, é o facto de este permitir eliminar as gorduras localizadas, que tanto chateia algumas pessoas, pois trata-se de um produto que pode ser aplicado apenas em zonas específicas.

O SlimGel custa apenas a módica quantia de cerca de 20 euros, e pode ser pago através dos seguintes métodos:

Via CTT (correios de Portugal) - este é um dos métodos mais seguros para efectuar pagamentos na Internet. Através dos CTT, poderá encomendar o produto na página da SlimGel, e só pagará o mesmo quando este for entregue em sua casa.
Via Multibanco .- este é outro método também muito seguro de pagamento e fácil de efectuar. A SlmGel aceita pagamentos via Multibanco. Basta para isso que realize a sua encomenda na página da empresa, e posteriormente ser-lhe-ão indicados todos os passos a efectuar para realizar o pagamento através de uma caixa de Multibanco.
Cartão de crédito/débito - além das formas indicadas acima, a SlimGel aceita ainda os pagamentos através destes cartões, de forma a que o cliente não tenha que se deslocar ás instalações dos CTT ou a uma caixa Multibanco.

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Emagrecer - comprimidos para emagrecer.

Emagrecer - comprimidos para emagrecer
Se você acha que não existem os compridos mágicos para emagrecer...tem razão! Não existem os produtos que podem substituir a vontade humana no esforço para perder o peso indesejado. É certo, todavia, que para atingir a figura desejada pode ser útil usar os sucessos de farmacologia - comprimidos que ajudam a emagrecer. São cada vez mais populares- principalmente tomando em conta o aumento de confiança no papel seguro e não-invasivo no processo de redução de peso.
o produto para emagrecer mais usado por Consumidores. É ideal para as pessoas que querem emagrecer gradualmente, não gostam de dietas draconianas e exercício drástico. Pela popularidade de Weight Loss é responsável uma fórmula de ingredientes perfeitamente juntados, naturais e patenteados clinicamente, que ajudam a reduzir tecido adiposo.

Weight Loss Forte além do efeito de emagrecer, tem o efeito purificador e melhora a saúde. Os extractos de ingredientes especialmente seleccionados intensificam a termogênese - maior desgaste de gordura sobressalente. Ajudar a suprimir o apetite de 'picar' e participam nos processos de antiaterosclerótica, anti-câncer e anti-infecciosos. O cromo e o extracto de chá verde que estão no produto desempenham papéis importantes no processo de perda de peso: o cromo acelera o metabolismo, tem efeito relaxante e anti-stress. O extracto de Purpura Bacca fornece o corpo com vitaminas e minerais, sendo uma fonte rica de antioxidantes.

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Comprimidos para emagrecer
No artigo que lhe trazemos hoje iremos procurar efetuar um estudo útil incidente em comprimidos para emagrecer, não-naturais, que pode utilizar para emagrecer. Na maioria dos casos que vamos analisar, é medicação que necessita de prescrição médica para a utilização. São, como é natural, comprimidos mais fortes e potencialmente mais eficazes, visto que têm na base da sua composição produtos químicos. Os seus efeitos prejudiciais são também maiores e com maior probabilidade de ocorrência. Assim, deve limitar o uso deste tipo de solução a situações de extrema necessidade, como problemas de obesidade graves. Se apenas tem alguns quilos extra, deve antes procurar a resolução mais natural e benéfica para o problema: dieta e exercício, quiçá acompanhados de comprimidos naturais, que evitam os problemas de saúde trazidos pelos químicos.

Emagreça com a reeducação alimentar
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O medicamento não vai, só por si, resolver coisa nenhuma. O único método de eficácia comprovadíssima é o mais natural possível: reeducação alimentar resultante numa dieta equilibrada e atividade física com intensidade suficiente. Ao reeducar-se, aprenderá a equilibrar a ingestão calórica e a evitar alimentos prejudiciais. Já o plano de exercício pretende acelerar o seu metabolismo de uma forma tal que permita, quer através de exercícios cardio quer através de levantamento de pesos, queimar a gordura armazenada em excesso. Assim, se recorrer só aos comprimidos sem alterar os seus hábitos, não só não emagrecerá como ainda estará a correr riscos elevados e completamente desnecessários.

À semelhança dos comprimidos naturais, também os químicos têm meios diversos de atingir a finalidade comum. Assim, existem comprimidos de vários tipos, desde os que pretendem aumentar a saciedade para resistir às tentações, aos que jogam antes com o seu metabolismo, tentando acelerá-lo de forma a poder eliminar as gorduras mais rápida e facilmente. O caminho pode, simplificando, seguir duas vias diferentes, embora paralelas: ou se preocupa com a quantidade de comida ingerida, ou vira-se antes para o ritmo a que é queimada a gordura em excesso.

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A verdade sobre os remédios para emagrecer .

A verdade sobre os remédios para emagrecer

Eles prometem diminuir o apetite, acelerar a queima de gordura e, conseqüentemente, causar o emagrecimento. Tudo isso em pouco tempo.
Parece maravilhoso para qualquer pessoa que queira diminuir as medidas, mas eles devem ser tomados com cautela.
Uma pesquisa realizada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em abril de 2007 aponta o Brasil como o maior consumidor mundial de remédios para emagrecer. Segundo a Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), de 2001 a 2005 o número de usuários dessas substâncias dobrou no país, passando de 1,5% para 3%.

Visando esse crescimento acelerado, em janeiro de 2008 a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estabeleceu regras mais rígidas para a comercialização e consumo de remédios para emagrecimento. A quantidade passou a ser limitada à receita e as doses máximas de cada substância também diminuíram. O intuito é minimizar o consumo das anfetaminas no Brasil.

Mas qual é a verdade sobre estes medicamentos? Quais os benefícios? Que problemas podem trazer? Vale trocar a estética pela saúde? Não é preciso pesquisar muito para saber os males das "pílulas mágicas". Sempre há alguém conhecido que já se submeteu a um tratamento desse tipo. O abuso do medicamento pode causar dependência química, ansiedade, crises de pânico e, em alguns casos, agressividade e overdose.

"Existem três classes desses remédios. Não há contra-indicações, desde que eles sejam bem administrados e não haja abuso na posologia. O ideal é começar com uma dosagem baixa e analisar o perfil do paciente para saber suas necessidades. Adolescentes, idosos, grávidas, mulheres no período de amamentação e pacientes com problemas psiquiátricos não devem tomar esses tipos de medicamentos", alerta a Cláudia Cozer, Doutora em Endocrinologia pela USP e Diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica - ABESO.

A primeira classe é formada pelos anoxerígenos ou catecolaminérgicos, os famosos inibidores de apetite. "Eles agem no centro da fome, liberando noradrenalina e diminuindo o apetite. Fazem parte deste grupo a anfepramona, o fenproporex (Desobesi-M) e o mazindol. Sua utilização pode deixar as pessoas mais agitadas. Por isso, não é recomendada para pacientes com problemas psicológicos, como bipolares e depressivos", explica a endocrinologista.

Tais remédios realmente tiram o apetite, fazendo com que os usuários cheguem a pular refeições e passem longas horas sem comer. Quando usados adequadamente, eles apresentam poucos efeitos colaterais, mas o abuso pode causar dependência. Os inibidores de apetite são encontrados em farmácias e possuem tarja preta. Portanto, só podem ser manipulados e comprados com prescrição médica.

O segundo grupo estimula a saciedade. Ao invés de liberarem noradrenalina, eles trabalham com a serotonina, como a fluoxetina, por exemplo. "Esses componentes trabalham mais com a parte emocional, pois além de funcionarem como antidepressivos, diminuem compulsão, vontade de beliscar, comer doces e carboidratos. São indicados para mulheres muito ansiosas", afirma a especialista. Nestes casos, o ideal é procurar um terapeuta ou psiquiatra, pois a pessoa desconta o nervosismo e a ansiedade na comida. Através de terapias, o problema pode ser amenizado.

O terceiro grupo é o dos bloqueadores de absorção intestinal de gorduras, que são os menos procurados. Eles impedem que o organismo absorva toda a gordura que foi consumida, eliminando-a por meio das fezes. Um exemplo deste medicamento é o Xenical, à base de Orlistat. "Quando está fazendo um tratamento à base deste medicamento, o paciente deve ficar atento à quantidade de gordura ingerida, pois pode correr o risco de ter uma diarréia repentina", conta Cláudia Cozer.

Os efeitos colaterais costumam ser os mesmos para todas as classes desses remédios. Tanto os catecolaminérgicos como os serotoninérgicos causam sono ou insônia, diminuição da libido, boca seca, nervosismo, obstipação intestinal, desconcentração, fraquezas momentâneas, ansiedade e taquicardia. Para controlar esses últimos sintomas, os médicos costumam associar os medicamentos a ansiolíticos.

Vale ressaltar que os especialistas devem recomendar essas cápsulas apenas aos pacientes com IMC acima de 30 kg/m2 ou acima do IMC 25 kg/m2, quando eles apresentam também alguma co-morbidade associada à obesidade, como diabetes ou hipertensão. Além disso, seu uso só pode ser feito após prescrição médica.

Confira alguns tipos de remédios auxiliares na perda de peso:

Sibutramina - Possui outro mecanismo de ação, pois age nos dois centros (serotonina e noradrenalina). Já foi testado em todos os tipos de pacientes, por isso tem uma abrangência maior. Sua dosagem deve ser entre 10 e 15 mg diárias. Existem dois tipos: subtramina anidra e cloridrato monoidratado de sibutramina. Ainda não há estudos que comprovem a eficácia da subtramina anidra, além de ter origem desconhecida. Por isso, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proíbe a sua importação no Brasil.

Anfepramona - É potente na diminuição do apetite e um dos que provocam menos efeitos colaterais. Age no núcleo do hipotálamo para inibir a fome. Estudos comprovam que tem grande eficácia, mas apresenta altos índices de dependência quando usado em exagero. As doses diárias são até 120 mg, divididas em duas vezes ao dia. Pode ser encontrado na fórmula de remédios, como Dualid S, Hipofagin S e Inibex.

Topiramato - Surgiu no mercado como um anticonvulsivante, aliado no combate à epilepsia infantil e enxaqueca. Uma pesquisa feita pelo Instituto de Psiquiatra da UFRJ e Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia (Iede) comprovou que este medicamento diminui em até 70% a compulsão alimentar. Ao contrário do que muitos pensam, a compulsão alimentar vai além do ato de devorar um pacote de biscoitos. Esse transtorno, que atinge cerca de 30% dos obesos, consiste no descontrole do consumo de muitos alimentos rapidamente. Geralmente essas pessoas comem escondidas das outras, no mínimo duas vezes por semana e acabam passando mal depois. O abuso desse medicamento pode causar até anorexia. Seu nome nas farmácias é Topamax.

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