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suplementos vitaminicos natural.

Suplemento Vitamínico Vitanutrientes
Desativa o processo de envelhecimento,retardando problemas comuns como má circulação,stress,altas taxas de colesterol e triglicéris ,alterações da atividade mental(como memória,acuidade e auditiva) ,diabetes etc.
Combatem a formação de radicais livres ,sendo potente antioxidante.Previne o envelhecimento precoce ,diminuindo as chances de aparecimento de doênças degenerativas como câncer e arteriosclerose(ou ateriosclerose).
COMPOSIÇÃO

Nicotinamida/Vitamina PP/ Niacina
Vitamina B1 / Cloridrato de Thiamina
Vitamina B2 / Riboflavona
Vitamina B5 / Pantotenato de Cálcio
Vitamina B6 / Piridoxina
Vitamina B12 / Cianocobalamina
Vitamina C
FINALIDADE

Para pessoas que exerçam esforço físico exepcional ou em condições ambientais especiais.(Energizante)

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Quem precisa usar suplementos vitamínicos?

Quem precisa usar suplementos vitamínicos?
Todo mundo sabe que vitaminas e minerais, presentes nos alimentos do dia-a-dia, são essenciais para o corpo humano. Mas há quem acredite que uma 'dose extra' desses nutrientes, em forma de pílulas, pode ajudar a saúde. É preciso ter cuidado...
Uma dieta variada, normalmente, é suficiente para suprir as necessidades diárias de vitaminas e minerais do organismo, porque esses micronutrientes são encontrados em pequenas quantidades em alimentos naturais. Muitos são vitais para o funcionamento do corpo e precisam ser ingeridos em doses altas, como cálcio, potássio e ferro. Outros, como zinco, selênio e cobre, são exigidos em porções menores. O problema é que muita gente acredita que um reforço vitamínico 'não faz mal a ninguém'. Não é bem assim... Essas pílulas só devem ser tomadas a partir de uma indicação médica e em quantidades adequadas. Doses exageradas podem causar danos sérios, como sangramentos e distúrbios neurológicos.

Da vitamina A ao zinco, nacionais e importados, suplementos com vitaminas e minerais fazem parte do cotidiano de milhões de pessoas em todo o planeta. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos um terço da população global toma esses complexos diariamente. Só nos Estados Unidos existem 29 mil marcas à venda. Lá, como no Brasil, porém, pouco se sabe sobre o funcionamento ou a necessidade desses micronutrientes. "Chamam-se assim exatamente porque são essenciais em quantidades muito pequenas", explica Carlos Werustky, médico nutrólogo e professor de pós-graduação em Nutrologia da Universidade de São Paulo (USP).

Importantes descobertas sobre as propriedades dessas substâncias acontecem a todo momento. E isso acaba reforçando a idéia de que as 'doses extras' são imprescindíveis à vida.

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Estudos comprovam os benefícios do suplementos vitamínicos.

Estudos comprovam os benefícios
Uma das últimas novidades é sobre o folato, ou ácido fólico, a vitamina B9. Foi provado que ele ajuda a prevenir a ocorrência de defeitos no tubo neural dos embriões (estrutura responsável pela formação da medula espinhal e do cérebro do bebê). Outro teste recente descobriu que, combinado com vitamina B12 e uma forma de B6, também diminui o risco de novo bloqueio das coronárias após angioplastia (procedimento que desobstrui os vasos do coração sem cirurgia).

Segundo os médicos Walter Willet e Meir J. Stampfer, pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos, há mesmo evidências de que ingerir ácido fólico, vitaminas B6, B12 e D pode beneficiar as pessoas. Eles comandaram um estudo avaliando os prós e contras do uso de suplementos vitamínicos para prevenir doenças, publicado no jornal inglês New England Journal of Medicine, e encontraram mais benefícios que problemas. Os especialistas, no entanto, fazem questão de frisar: tomar vitaminas não substitui uma dieta saudável. Isso porque a comida contém outros nutrientes essenciais, como fibras e ácidos graxos. E os suplementos não compensam ou eliminam os riscos associados ao tabagismo, à obesidade e ao sedentarismo.

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Suplementos vitamínicos - UM JOGO DE RIVAIS .

Suplementos vitamínicos - UM JOGO DE RIVAIS

Nutrientes em forma de pílula disputam espaço no organismo, mas quem tem que vencer a parada é o seu corpo. A tática para a vitória é não se entupir de cápsulas de vitaminas e minerais
É cálcio, é ferro, B12, zinco e muito mais, tudo concentrado em um só comprimido. E o consumidor de suplementos, ávido por repor o que perde na correria cotidiana e deixar o corpo vitaminado, incorre no erro de fazer vultosos investimentos antes de deglutir algumas informações. E, às vezes, retorno que é bom, nada. Pelo menos não aquele que se espera de uma seleção desse nível.
Na dinâmica da digestão, não basta ingerir o nutriente e esperar que faça efeito. O corpo tem que estar em condições de tirar proveito de tudo o que as cápsulas oferecem. E isso depende de fatores biológicos diferentes, capazes de interferir no entra-e-sai de substâncias. À capacidade orgânica de absorvê- las ou eliminá-las dá-se o nome de biodisponibilidade. "Trata-se da proporção entre aquilo que ingerimos e o que será assimilado e utilizado pelo corpo", explica a nutricionista Silvia Cozzolino, da Universidade de São Paulo e autora do livro Biodisponibilidade de Nutriente (Editora Manole).

Fazer funcionar essa insípida mas importante engrenagem não é tão simples. Para evitar prejuízos no bolso e na saúde, aproveitando tudo o que as drágeas oferecem de bom, só há um caminho: facilitar a assimilação dos nutrientes.

O QUE PODE ATRAPALHAR?

O mundo dos minerais e das vitaminas é bastante competitivo. Na acirrada corrida por um lugar nas funções celulares, não raro uma substância atropela a outra. Uma das disputas mais clássicas entre os micronutrientes é a do ferro com o cálcio. Este último é o mineral encontrado em maior abundância no corpo. "Na adolescência, recomenda-se a ingestão diária de 800 mililitros de leite, rico em cálcio", diz a nutricionista Andréa Ramalho, diretora do Instituto de Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Na idade adulta, a ingestão de alimentos lácteos deve ser ainda maior para afastar a osteoporose, doença que fragiliza os ossos. "O problema é que os dois minerais competem quando um supera o outro em quantidade", diz Andréa. Aí, o ferro, fundamental para o sangue, é quem sai mais prejudicado na maior parte das vezes.

Sem a presença do cálcio, o ferro é bem absorvido, mas, caso tope pela frente com uma alta dosagem do oponente, a sua assimilação não é tão boa por causa de uma redução da tal biodisponibilidade. O cálcio, por sua vez, tem que enfrentar outra parada dura. Sódio e cafeína — um alcalóide facilmente encontrado numa xícara de café — não travam relações muito cordiais com ele. Embora ajam de formas diferentes, ambas as substâncias atrapalham a retenção do nutriente no organismo quando entram em bola dividida, contribuindo para a perda de massa óssea, principalmente em mulheres.

O ferro tem outros relacionamentos conturbados. Muitos estudos em animais e em seres humanos vêm analisando sua interação com o zinco. Quando a proporção daquele mineral no sistema digestivo é elevada, a fixação do zinco fica bem difícil. O contrário também acontece. "É uma interação direta de biodisponibilidade, que mostra até que ponto chega a briga para que dois elementos similares sejam absorvidos", explica Sílvia Cozzolino.

Já o excesso de zinco também pode inibir o cobre. É possível até fazer uso medicinal dessa disputa entre minerais. A doença de Wilson, por exemplo, ocorre por acúmulo de cobre, que leva a problemas no fígado e no cérebro. E, no caso, quem entra em campo para derrotar o rival é o zinco, administrado em altas doses.

Essas contendas não são exclusividade dos minerais. As vitaminas também aparecem na jogada e, caso não sejam bem recebidas pelo organismo, é pênalti desperdiçado. Elas se dividem em dois grupos distintos que dizem respeito à forma como são processadas. As lipossolúveis, como a A, a D, a K e a E, são metabolizadas pela gordura e podem se acumular no corpo, formando bons estoques. Já as hidrossolúveis, formadas pelas vitaminas dos complexos B e C, são quebradas pela água e não podem ser armazenadas. Quando circulam em grande quantidade, passam a ser barradas no processo digestivo e acabam expulsas. "Ingerir muito dessas vitaminas não significa aproveitá-las. O que você ganha mesmo é uma urina enriquecida", ratifica Andréa Ramalho. Além disso, elas acirram a já complicada competição entre os micronutrientes. A presença da vitamina E em doses elevadas, por exemplo, pode atrapalhar a ação da K, essencial para a coagulação sangüínea.

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