BELADONA -BELADONA CURA RAPIDA.

Emagrecimento Rápido

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BELADONA.

Atropa belladonna L., conhecida pelo nome comum de beladona,2 é uma planta subarbustiva perene pertencente ao género Atropa da família Solanaceae, com distribuição natural na Europa, Norte de África e Ásia Ocidental e naturalizada em partes da América do Norte. A espécie é pouco tolerante à exposição directa à radiação solar, preferindo habitats sombrios com solos ricos em limo e húmidos, principalmente à beira de rios, lagos e represas.
A espécie A. belladona não deve ser confundida com a amarílis, a espécie Amaryllis belladonna, uma herbácea bulbosa, da família das amarilidáceas. Outra planta comumente confundida com a beladona é a Solanum americanum, popularmente conhecida como maria-pretinha.

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Beladona Planta de extrema toxicidade em todas as suas partes.

Beladona
Planta de extrema toxicidade em todas as suas partes, a Beladona é uma planta vivaz com caule ramificado, cilíndrico, chegando a medir até 150 centímetros de altura. Uma lenda muito antiga dizia que o Diabo vigia o crescimento desta planta. O seu nome científico é originário da mitologia grega, referindo-se a Atropos, aquele que das três Parcas era o que tinha por função cortar o fio da vida e a palavra atropos significa inelutável. Na Roma antiga, as mulheres utilizavam o suco do fruto para dilatar a pupila do olho como estética, derivando o nome bela dona ou bela dama dado a esta espécie.
A droga vegetal é constituída das folhas e das sumidades floridas, sendo descritas na Farmacopéia Brasileira 4ª Edição (1996): "As folhas são elípticas, oval-lanceoladas a largamente ovadas, inteiras, de ápice acuminado, base atenuada, simétrica e algo decurrente, e bordo inteiro. Medem 5-25 cm de comprimento e 3-12 cm de largura, com pecíolos de 0,5-4 cm. A coloração varia do verde ao castanho-esverdeado, sendo mais escura na face superior. As folhas secas são enrugadas, friáveis e delgadas. As folhas jovens são pubescentes, porém as mais idosas apresentam-se apenas ligeiramente pubescentes ao longo das nervuras e no pecíolo. A nervação é do tipo peninérvea, sendo que as nervuras laterais partem da nervura mediana num ângulo de cerca de 60º e se anastomosam próximo ao bordo. A superfície da folha é seca e áspera ao tato, devido 'a presença de células com conteúdo microcristalino de oxalato de cálcio no mesófilo. Estas células aparecem como minúsculos pontos brilhantes, quando a superfície é iluminada; as outras células contraem-se mais durante a dessecação. O exame à lupa revela os mesmos pontos escuros por transparência e brilhantes por reflexão. As sumidades floridas apresentam a haste oca e achatada, na qual se inserem folhas geminadas, de tamanho desigual, na axila das quais estão as flores solitárias. As flores possuem cálice persistente, gamossépalo, de 5 lobos triangulares; a corola é campanulada, purpúrea a castanho-amarelada, com cinco pequenos lobos voltados para o exterior. A corola mede até 2,5 cm de comprimento por 1,2 cm de largura. O androceu tem cinco estames epipétalos. O gineceu é de ovário súpero, bilocular, com numerosos rudimentos seminais. O fruto é subglobular, de cor verde até castanho ou negro-violáceo, com até 1,2 cm de diâmetro e cálice persistente.O fruto, quando maduro, contém numerosas sementes marrons, reniformes.
A droga tem sabor amargo e desagradável e odor fracamente nauseante, lembrando o do fumo.

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BELADONA - Atropa belladona - L.

BELADONA - Atropa belladona - L.
A Atropa belladonna ou simplesmente Beladona é uma planta, pertencente ao gênero Atropa, bem rara, encontrada em solos úmidos e, principalmente, à beira de rios, lagos e represas. Apesar de seu elevado potencial de intoxicação, é utilizada na produção de alguns medicamentos, devido à presença de um alcalóide, chamado atropina, em suas folhas.

INDICAÇÃO: O chá Beladona é indicado para relaxa os músculos lisos, reduz as dores das cólicas urinárias e da vesícula biliar, aliviam as crises de asma (antiasmático). É igualmente usado para reduzir os suores noturnos dos tuberculosos e o efeito da atropina (dilatação da pupila ocular), sendo utilizado nos exames oftalmológicos.

COMO FAZER: Coloque em infusão, em um litro de água fervente, 1 colher de sopa de beladona, deixe levantar fervura. Desligue o fogo e abafe por dez minutos.

COMO BEBER: Tome 1 xícara de 1 a 2 vezes ao dia.

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Denominação Homeopática: BELLADONA..

Denominação Homeopática: BELLADONA.

Família Botânica: Solanaceae.

Parte Utilizada: Folhas e sumidades floridas.
Princípios Ativos: Alcalóides Tropânicos: atropina, l-hiosciamina, norhiosciamina e noratropina; Ésteres do escopanol: escopolamina e atroscina; Hidroxicumarina: escopoletol.

Indicações e Ações Farmacológicas: Dentre seus princípios são a atropina e a escopolamina (também chamada de hioscina). Ambos são antagonistas muscarínicos e para tanto são indicados: no tratamento da bradicardia sinusal (por exemplo, após o infarto no miocárdio); na dilatação pupilar no Parkinsonismo; na prevenção de cinetose; como pré-medicação anestésica para ressecar secreções; em doenças espásticas do trato biliar, cólico-ureteral e renal, entre outras indicações.
Todos os antagonistas muscarínicos produzem efeitos periféricos basicamente semelhantes aos da atropina, muito embora alguns demonstrem um grau de seletividade, por exemplo, para o coração ou para a via gastrointestinal, refletindo uma heterogeneidade dos receptores muscarínicos. A atropina é uma amina terciária que inibe as ações muscarínicas da acetilcolina sobre as estruturas inervadas por fibras colinérgicas pós-ganglionares, tal qual sobre os músculos lisos que respondem a acetilcolina, porém que não apresentam inervação colinérgica.
Os efeitos da atropina são os seguintes:
• Inibição das Secreções: As glândulas salivares, lacrimais, brônquicas e sudoríparas são inibidas por doses muito baixas de atropina, que produzem um ressecamento desconfortável da boca e da pele.
• Efeito sobre o Coração: O primeiro efeito produzido, de forma paradoxal é uma bradicardia, que decorre de uma ação central de aumento da atividade do nervo vago. Doses um pouco maiores produzem a taquicardia esperada, secundária ao bloqueio dos receptores muscarínicos cardíacos. A pressão arterial não é afetada, uma vez que a maioria dos vasos de resistência não apresenta inervação colinérgica.
• Efeitos sobre os Olhos: Promove midríase (dilatação pupilar), não passando a responder à luz. O relaxamento da musculatura ciliar gera uma paralisia de acomodação (ciclopegia), de forma que a visão para objetos próximos fica prejudicada. A pressão intra-ocular pode elevar-se, podendo ser perigoso para indivíduos que sofram de glaucoma de ângulo fechado.
• Efeitos sobre o trato Gastro-intestinal: Ocorre uma inibição da motilidade gastrointestinal pela atropina. Em condições patológicas com aumento da motilidade gastrointestinal, a atropina tem eficácia bastante maior na geração de inibição.
• Efeitos sobre a Musculatura Lisa: A musculatura lisa das vias brônquicas, biliares e urinárias é relaxada pela atropina. A broncoconstrição reflexa (como na anestesia) é evitada pela atropina, enquanto a broncoconstrição causada pela histamina (por exemplo na asma) não sofre alterações. Na musculatura lisa das vias biliares e urinárias, a atropina induz a uma retenção urinária em homens idosos que possuem aumento da próstata.
• Efeitos sobre o Sistema Nervoso Central: Produz efeitos excitatórios. Em doses baixas gera discreta inquietação e em doses maiores, agitação e desorientação.

Toxicidade/Contra-indicações: Por muitas vezes ocorreram intoxicações por atropínica quando crianças pequenas comem os frutos da Beladona, de coloração preta e atraentes e de sabor doce. Para crianças basta a ingestão de 3 a 4 frutos para ser letal. Ocorre acentuada excitação e irritabilidade, que resultam em hiperatividade e num considerável aumento da temperatura corpórea e perda da sudorese. Estes efeitos são combatidos por drogas anticolinesterásicas como a Fisostigmina. Pode ocorrer também: secura da boca, dificuldade de deglutição, dilatação pupilar e dificuldade de enxergar, taquicardia, perda da consciência, apatia, náuseas, vômitos, erupção cutânea e alucinações.
A droga é contra-indicada para cardiopatas, na síndrome de Down, glaucoma de ângulo fechado, disfunção hepática ou renal, xerostomia, hipertensão, hipertiroidismo, miopatia obstrutiva, taquicardia, esofagite por refluxo, presença de lesões cerebrais em crianças e toxemia gravídica.

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