Camellia sinensis -Camellia sinensis emagrece até 17kg.

Emagrecimento Rápido

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Camellia sinensis.

Camellia sinensis é uma espécie da família Theaceae, popularmente conhecida como chá. Foi originalmente descrita por Lineu como Thea sinensis, mas este nome caiu em desuso quando se notou que os gêneros Thea e Camellia não apresentavam diferenças significativas entre si.
Esta é uma árvore de até 15 metros de altura nativa das florestas do nordeste da Índia e sul da China. Apesar da altura máxima elevada, as podas constantes evitam que ultrapasse 1,5 metros, e os indivíduos cultivados desta maneira raramente florescem. Possui folhas oblongas, escuras, lustrosas, com nervuras bem marcadas nas superfícies, de margem inteiramente denteada, e as folhas mais novas são cobertas de pequenos tricomas brancos.
As flores surgem solitárias ou aos pares nas axilas das folhas. São pequenas, com pétalas brancas e perfumadas, possuem muitos estames e um pistilo com 3 estigmas.
Os frutos são cápsulas pequenas, globosas, com 1 a 3 sementes também globosas. É possível produzir óleo para o consumo humano a partir das sementes desta planta.
Existem variedades, como a C. sinensis var. assamica, comum na Índia, que produz as árvores mais altas e com as maiores folhas, além de um chá preto com enorme concentração de cafeína. A variedade sinensis é a mais comumente cultivada.

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Emagreça com a Camellia Sinensis.

Emagreça com a Camellia Sinensis
Apesar de difundida no japão, a Camellia Sinensis é originária do Sudoeste Asiático, China e Índia. Atualmente, a Camellia Sinensis tem ganhado um espaço importante na rotina alimentar brasileira por dois motivos: divulgação da mídia (artistas de televisão afirmando que usam o mesmo para emagrecer em matérias de revistas) e atenção dos pesquisadores (pois a medicina oriental por vezes, acaba descobrindo coisas que só mais tarde a medicina ocidental consegue entender). Bom, mas até agora você provavelmente está certo de que nunca ouviu falar da camellia sinensis ou que menos ainda, a tenha ingerido alguma vez.

Mas provavelmente você está equivocado.

A camellia nada mais é do que o nosso famoso chá verde, chá preto, chá branco, ou chá vermelho. O que diferencia um do outro é o grau de fermentação que o chá sofre no final do processo de preparo. O fermentado é o chá preto. O não fermentado é o chá verde. E os demais são os semifermentados. Por ano, são produzidos cerca de três bilhões de toneladas do chá, sendo que 78% preto, 20% verde e 2% semifermentado (LIMA et al, 2009).

De acordo com Hassani et al (2008) podemos encontrar xantinas (cafeína e teofilina- sendo essa muitas vezes superior em concentração à do café) flavonóides e catequinas (epigalocatequina, a ECG, epicatequina, a EC, epicatequina galata, a EG e epigalocatequina galata, a ECGC) vitaminas (vitamina C, vitaminas do complexo B) e sais minerais.

E são esses princípios ativos que conferem à planta seu poder no emagrecimento e em outros aspectos medicinais.

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CAMELLIA SINENSIS E METABOLISMO DA GORDURA .

CAMELLIA SINENSIS E METABOLISMO DA GORDURA

Não bastasse sua atividade antibacteriana ( HASSANI et al, 2008), anticancerígena (BERTOLINI et al, 2000), hipocolesterolêmica – redução do colesterol (KAO, HIIPAKKA, LIAO, 2009; MURAMATSU K; FUKUYU M; HARA Y, 1986) e redução de risco de doenças coronárias (KOO e NOH, 2007) e até a reprogramação de células cancerígenas (AHMAD et al, 1997) que certamente merecia um outro artigo tratando a respeito somente de suas propriedades funcionais, a camellia sinensis possui uma interessante aplicabilidade em tratamentos de sobrepeso, o que já a faz,certamente, estar presente em minhas prescrições como auxiliar no tratamento da obsesidade.

Em um estudo realizado por Duloo et al (1999) a ingestão de camellia sinensis na forma de extrato de chá verde em cápsula (aproximadamente 500mg/dia) foi demonstrado que a ingestão das cápsulas aumentava a termogênse ou seja, o gasto energético em repouso (produção de calor) e oxidação lipídica.

Torna-se imperativo citar que nesse estudo o autor ainda utilizou grupos ingerindo somente cafeína ou placebo e isso confere ao mesmo uma importância diferente dos demais, pois acreditava-se que o poder que o chá verde exercia perante a termogênese era simplesmente consequência da cafeína que este portava consigo e, a grande maioria dos pesquisadores já sabe o efeito da cafeína na taxa metabolica basal através do estímulo do sistema nervoso central e consequente alteração da frequencia cardíaca.

Mas o interessante é que, mesmo comparado com o grupo que ingeria cafeína com o chá verde, os sujeitos com ingestão apenas de chá verde tiveram aumento do gasto calórico e oxidação lipídica acentuada.

Não bastasse sua contribuição para com as calorias que já foram absorvidas (transformando-as em energia mais rapidamente, conforme eu citei no estudo acima) a Camellia ainda pode alterar o potencial que temos em absorver gordura a nível intestinal.

Em um incrível estudo na coréa por Koo S. I e Noh S.K. (2007), foi verificado que as catequinas nesse artigo anteriormente citadas a ECGC possui a habilidade de interferir nos principais processos que acarretam na absorção da gordura ingerida na alimentação pelo intestino delgado. Esses processos são: emulsificação, digestão e solubilização das miscelas. Não está ainda claramente elucidado o mecanismo bioquímico, porém os autores sugerem que as catequinas formem complexos com os lipídios e com as enzimas que degradam os lipídios, inativando o efeito que as mesmas teriam na promoção da absorção da gordura para o meio interno. A ECGC parece ser mais efetiva ainda em lipídeos fortemente hidrofóbicos (como o colesterol) dessa forma sendo coadjuvante no tratamento de pacientes propensos à hipercolesterolemia.

Para fechar este artigo, um estudo mais recente publicado pelo periódico Nutrition and Metabolism em maio deste ano (2009), Sohlet al (2009) analisaram a eficácia da camellia (em forma comercial de chá branco) no que diz respeito à sua ajuda para o processo de queima de gordura corporal (lipólise) e ainda sua implicância na prevenção de acúmulo de gordura corporal.

Através de uma metodologia moderna de cultura e incubação de células (pré-adipócitos) retiradas de humanos, que seriam convertidas em células gordurosas naturalmente, Sohle et al (2009) demonstraram que o extrato de chá branco reduziu em 70% o acúmulo de triglicerideos, aumentou os níveis de liberação de glicerol ( o que indica que há aumento de lipólise – quebra de tecido adiposo) ainda reduziu os níveis de fatores de transcrição adipogênica (ATF – Adipogenic Transcription Factor) componente essencial na formação de gordura corporal, indicando o chá branco como potente recurso natural auxiliar na prevenção e tratamente da obesidade e hipertrigliceridemia.

Essencial, porém humilde em vista dos estudos aqui citados, fica o meu parecer profissional a respeito desta planta que, quanto mais estudos são feitos, mais propriedades benéficas são descobertas. Mas na hora do "vamos ver" que estamos no mercado, o que fazer? Chá branco? Chá verde? Chá preto? As opções são muitas. O ideal é começar com o chá verde que possui menos teor de cafeína. Conforme o profissional perceba, o paciente pode evoluir para a suplementação de chá branco, chegando até o chá vermelho em cápsulas.

Pessoalmente não gosto da idéia de que devemos desfrutar do poder de um chá somente quando precisamos da funcionalidade dele (seja ela qual for). Acho interessante por exemplo, para a pessoa magra que tem tendência ao sobrepeso, tomar duas ou três xícaras de chá verde por dia, como já fazem nossos amigos asiáticos.

Espero que o artigo tenha sido de grande valia. E será atualizado à medida que novos estudos estejam ao nosso alcance e lembre-se, às vezes você testar em você mesmo pode ser mais válido que qualquer estudo.

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Os chás derivados da Camellia sinensis.

Os chás derivados da Camellia sinensis
A Camellia sinensis é a planta que dá origem aos chás branco, verde, preto e Oolong. O chá verde é muito popular na cultura oriental, passando a ser consumido no ocidente devido as suas propriedades de melhorar a saúde e emagrecimento. Atualmente cerca de 2/3 da população mundial consome o chá, sendo produzidos cerca de três bilhões de kilograma de chá por ano. Estima-se que o consumo per capita ao redor do mundo é de 120 ml de chá produzido por dia.
A Camellia sinensis passou a ser bastante estudada pelos cientistas devido sua composição. Rica em compostos como catequinas, bioflavanóides e taninos, que confere ao chá verde uma boa atividade como antioxidantes, a Camellia sinensis ajuda no combate dos radicais livres, auxiliando na prevenção de diversas doenças, entre elas o câncer. O chá proveniente desta planta, também é rico em magnésio, potássio, ácido fólico, vitaminas C, K, B1 e B2, que são importante para o funcionamento do nosso organismo.
O que diferencia os chás encontrados no mercado atualmente é a forma como estes são produzidos. O chá verde representa cerca de 90% da produção chinesa, produzido a partir das folhas da Camellia sinensis que são colocadas no vapor e em seguida passam por um processo de secagem. Essa forma de produção do chá faz com que os ingredientes não sejam oxidados, mantendo assim o bom potencial antioxidantes da planta e preservando seus nutrientes.
O chá preto constitui cerca de 90% da produção da Índia, onde as folhas da Camellia sinensis passam por várias etapas de processamento, dentre elas a fermentação, que consiste em uma ação enzimática de flavonóis e teaflavinas.
O chá Oolong é produzido pela oxidação parcial das folhas da Camellia sinensis, o que ocorre com a ação da enzima polifenol oxidase, presente na folha da planta. É o mais consumido na região sul da China, e por paroximadamente 2% da população mundial, enquanto o chá verde é consumido por 22% da população mundial e o chá preto por 76% a 78% da população mundial, sendo mais difundido nos paises ocidentais.
O chá Branco, proveniente dos brotos e flores da Camellia sinensis, contém uma quantidade menor de cafeína e um sabor mais delicado. Entretanto, possui uma quantidade maior de polifenóis, o que confere ao chá propriedades semelhantes ao chá verde, porém mais pronunciadas. Para fazer uma infusão, são necessárias duas colheres de chá da erva para um xícara de água quente.
Mas qual desses chás eu devo tomar? Isso vai depender dos seus objetivos. Por isso, é importante a consulta a um profissional habilitado para que este prescreva o melhor chá para cada situação. Lembrando que os chás podem sim, ter efeitos indesejados. O chá verde, por exemplo, é contra-indicado para pessoas hipertensas e com hipotireoidismo, devendo ser usado com cautela por pessoas com Glaucoma.
Também importante, é a forma como o chá é preparado. O chá verde, por exemplo, deve ser preparado com água mineral (de boa fonte) fervida em panela de vidro (de preferência) de forma que a água não entre em ebulição. Em seguida, as folhas secas devem ser colocadas em uma xícara de porcelana (ou cerâmica) branca por dentro. Coloca-se a água na xícara, espera cerca de 5 minutos com o recipiente abafado, e em seguida coa o chá com uma peneira, de preferência que seja de inox. O chá deve ser bebido assim que preparado para manter suas propriedades terapêuticas.

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