ERVA DE BUGRE -ERVA DE BUGRE CURA PODEROSA.

Emagrecimento Rápido

--------------------------

ERVA DE BUGRE.

A Erva de Bugre ou Guaçatonga é popularmente conhecida como cafezinho-do-mato, pau-de-lagarto, erva-de-bugre, cafeeiro-do-mato, guassatunga e guassatonga. Pertencente à família das Flacurtiáceas (Flacourtiaceae), é uma árvore de tronco tortuoso, com casca de coloração acinzentada e acastanhada, apresentando pequenas fendas superficiais. As folhas são alternas, simples, lanceoladas, ovaladas e elípticas. As flores são numerosas, branco-esverdeadas ou amareladas. O fruto é uma cápsula que se torna vermelha quando madura, apresenta de 2 a 6 sementes envoltas num arilo lanoso, amarelo e comestível. A árvore floresce entre os meses de julho a outubro e frutifica de setembro a dezembro.

INDICAÇÃO: Ácido úrico, afta, artrite, circulação, depósitos gordurosos, diarréia, dores do peito e do corpo, gastrite, hematoma, inchação das pernas, inflamação, micose, mau hálito, obesidade, Pressão alta, reumatismo, tônico cardíaco, úlceras e vermífugo.

COMO FAZER: Coloque 2 colheres de sopa de erva para um litro de água, quando a água alcançar fervura, desligue. Tampe e deixe a solução abafada por cerca de 10 minutos. Em seguida, é só coar e beber.

COMO BEBER: Tomar de 2 a 3 xícaras ao dia.

--------------------------

Chá de bugre: Para que serve, Benefícios e como tomar.

Chá de bugre: Para que serve, Benefícios e como tomar
Conheça já o chá de bugre, uma receita inovadora e muito boa para a saúde das pessoas. Veja para que serve, quais seus benefícios e como tomar.
Para aqueles que procuram por novidades em relação a receitas voltadas a saúde, sem dúvidas vão gostar do chá de bugre, algo que realmente tem ótimos a oferecer para a saúde dos que necessitam.

Além de ser uma folha muito milagrosa em relação a alguns aspectos de tratamentos, ao bugre é uma planta nativa na qual tem suas características desenhadas como se fosse de uma árvore enorme, enfim, a folha do bugre é grande e de uma copa alongada podendo medir um tamanho de e 8 a 12 m de altura com troco de 30 a 40cm de diâmetro.

Benefícios
Podemos dizer que, o chá de bugre, conhecido no Brasil como porangaba, é realmente uma ótima opção para aquelas pessoas que estão com problemas de má circulação, ela ajuda muito nesta parte, sem contar que é também indicado para quem quer fazer uma dieta saudável, comendo bem e nas horas exatas, pois o bugre serve também para tirar o apetite das pessoas, deixando-as com uma sensação de satisfeito após ter comido pouco, a planta faz com que a fome seja saciada, enfim, sem dúvidas, um dos chás mais interessantes, e é como foi dito, trata-se de uma planta nativa que se espalha desde o nordeste até o sul do Brasil, isso principalmente na floresta semidecídua, quer saber mais.

------------------------

ERVA-DE-BUGRE EM FLOR - CASEARIA SYLVESTRE.

ERVA-DE-BUGRE EM FLOR - CASEARIA SYLVESTRE
Origem: América tropical desde o México até a Argentina. Vegeta em abundância no Brasil todo.
Nome indígena: guaçatunga - madeira ou cerne com riscos pretos -

Observações:
Roberto, no seu comentário, diz que em Tocantins e Goiás há em abundância e é conhecida como chá de folha de carne.
Os comentários são uma preciosidade, pois levam a pesquisar e assim ampliar os conhecimentos.
Os benefícios desta preciosidade, que consta da RENISUS, foram postados no dia 19 de junho de 2009.
Está começando a florir como mostram as fotos que fiz hoje.

------------------------

Guaçatonga ou erva de bugre (Casearia sylvestris).

Guaçatonga ou erva de bugre (Casearia sylvestris)
A guaçatonga é populamente conhecida como chá-de-bugre, cafezinho-do-mato, pau-de-lagarto, erva-de-bugre, cafeeiro-do-mato, guassatunga e guassatonga.

Composição: Flavonas, óleos essenciais, saponinas, taninos, resinas e antocianosídeos são alguns dos componentes presentes na guaçatonga
Propriedades terapêuticas: Febrífuga, depurativa, anti-diarréica, cardiotônica, diurética, analgésica e cicatrizante.

Utilizada pelos índios há muitos anos, a planta conhecida como esta planta agora está ganhando a merecida fama nos meios científicos: está sendo utilizada como princípio ativo na produção de cremes fitoterápicos e homeopáticos para tratamento do herpes labial. O medicamento, que foi testado em 93 pacientes residentes da região de Minas Gerais, mostrou bons resultados: a cicatrização das lesões entre três e quatro dias.

Estudos: Os poderes cicatrizante, antiviral e antimicrobiano da guaçatonga - já bem conhecidos pelos indígenas - receberam um aval a mais dos pesquisadores Francisco Carlos Groppo e Vivane Goreth Costa Cury, na Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), que obtiveram resultados animadores contra uma das doenças virais mais comuns: o hespes labial. "Causada pelo vírus do herpes simples HSV, trata-se de uma patologia de relevância epidemiológica, pois não tem cura e se repete por ciclos. É grande o número de pacientes que procuram os serviços públicos para se livrar rapidamente das lesões, uma vez que é algo doloroso, de aspecto feio. Em alguns casos, inclusive, há dificuldade para comer", explica a dentista.

No estudo, que durou cerca de um ano e meio, foram testados o creme fitoterápico e o homeopático. Para comprovar ainda mais o potencial do medicamento, os pesquisadores utilizaram o creme penciclovir a 1%, utilizado comercialmente no combate a herpes, como grupo controle. Os pacientes foram separados em três grupos de 31 voluntários cada, e os testes foram do tipo duplo cego, ou seja, no transcorrer dos exames não era sabido qual medicamento estava sendo usado em cada paciente. Eles foram codificados e distribuídos pela classificação, o que garantiu maior veracidade às conclusões.

"Os resultados apontaram que o creme à base de Casearia sylvestrisacelera o processo de cicatrização. O penciclovir, em geral, induz a cicatrização das lesões na média de cinco dias. Com os cremes de Casearia foram de três a quatro dias, sendo que em alguns voluntários foi possível observar a cicatrização em dois dias", garante a pesquisadora.

Em pacientes dos três grupos observados, cuja recorrência da doença era de dois em dois meses, não se verificou a repetição dos episódios. O herpes é uma doença tida como auto-limitante, o que significa que desaparece usualmente entre 7 e 12 dias em pacientes imunocompetentes, mesmo sem nenhum tratamento. "Normalmente, os pacientes apresentam um a dois episódios de recorrência por ano. Em alguns voluntários do estudo em que a recorrência era de dois em dois meses, foi possível verificar que houve inicialmente um aumento do intervalo entre os episódios. Nenhum desses voluntários apresentou recorrência das lesões durante o estudo", exemplifica. Em rzaão do período de dois anos para a conclusão da pesquisa não foi possível avaliar o comportamento dos cremes em relação à diminuição de recorrências. Mas, na opinião da pesquisadora, as observações descritas podem ser consideradas como indícios de bons resultados. São necessários, no entanto, outros experimentos para avaliação do potencial.

A nova pomada está sendo patenteada pela Agência de Inovação da Unicamp e brevemente estará disponível para transferência da tecnologia para a indústria. O trabalho compõe a dissertação de mestrado de Viviane "Eficácia terapêutica da Casearia sylvestris sobre herpes labial e aplicabilidade em saúde coletiva".

Mas a ciência não está se rendendo à guaçatonga apenas no tratamento contra herpes labial. Estudos também estão comprovando sua eficácia contra úlceras gástricas-duodenais, causadas por estresse ou maus hábitos alimentares. Os pesquisadores do Instituto de Química (IQ) da UNESP, campus de Araraquara, André Gonzaga dos Santos, Aristeu Gomes Tininis e Vanderlan da Silva Bolzani, e do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP) obtiveram sucesso na cicatrização de úlceras gástricas induzidas em animais de laboratório, utilizando substâncias obtidas de um extrato de folhas secas da Casearia sylvestris.
Eles identificaram, isolaram e avaliaram princípios ativos relacionados com a atividade antiúlcera. De acordo com um dos integrantes da pesquisa na UNESP, o farmacêutico Alberto José Cavalheiro, a principal vantagem de um novo medicamento à base de extrato da guaçatonga seria a sua ação rápida, sem causar efeitos colaterais - como a alteração do pH no estômago e a indução de contração uterina, o que impede o uso pelas gestantes - geralmente provocados pelos remédios tradicionais hoje disponíveis no mercado.
"A velocidade de cicatrização de úlcera crônica induzida experimentalmente em ratos foi mais rápida com o extrato da guaçatonga do que a dos medicamentos mais utilizados", avaliou. Cavalheiro, junto com Jayme Sertié e Ricardo Woisky, da USP, acaba de registrar o pedido de patenteamento do achado junto ao Instituto Nacional e Patentes Industriais (Inpi), com o auxílio do Nuplitec - Núcleo de Patenteamento e Licenciamento de Tecnologia da Fapesp. O próximo passo é aguardar os resultados dos ensaios clínicos e dos testes de toxicidade para avaliar a viabilidade do uso dos compostos em seres humanos.

Usos populares:
Os índios utilizam a guaçatonga como cicatrizante e principalmente para curar feridas provocadas por picadas de cobras. Hoje, sabe-se que o componente responsável por esta capacidade chama-se "cariofileno" que alivia a dor provocada pela picada anulando a histamina, uma substância que pode desencadear a sensação dolorosa.

Contra aftas e feridas na boca, a medicina popular utiliza um creme feito com 2 colheres (sopa) de folhas frescas de guaçatonga amassadas num pilão junto com 1 colher (sopa) de glicerina e 2 colheres (sopa) de álcool. A mistura é bem amassada, peneirada e aplicada nas partes afetadas duas vezes ao dia.

Contra o herpes labial, popularmente usa-se uma infusão preparada com 2 colheres (sopa) de folhas de guaçatonga picadas em 1 copo de água fervente. Abafa-se e, depois de fria, a infusão é aplicada nas lesões labiais com um algodão.

-----------------------------

Emagrecer Urgente

Emagrecer Emagrecimento Dietas Emagrecedor