Erva TRAPOERABA -Erva TRAPOERABA PODEROSA CURA.

Emagrecimento Rápido

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Erva TRAPOERABA.

Os nomes populares são trapoeraba, trapoeraba-verdaddeira, tracoeraba, trapoerava, trepoeiraba, olho-de-santa-luzia e marianinha Família Commelinaceae. É uma erva rasteira ou ereta, de até 40 cm de altura. Suas folhas são simples, alterno-espiraladas e paralelinérvias. Apresentam limbo glabro, ovado-lanceolado, com ápide acuminado e margem ondulada. As flores, de corola trímera coloração rosada, agrupam-se em inflorescência cimosa na extremidade dos ramos. Os frutos são cápsulas. A floração concentra-se de fevereiro a abril e a frutificação de março a maio. Planta nativa da América do Sul. Há registro no Brasil, Bolívia, Argentina, Paraguai e Uruguai. No Brasil ocorre de forma natural do Pará e Maranhão até o Rio Grande do Sul. É considerada invasora de culturas agrícolas.

INDICAÇÃO: Diurético, afecções das vias urinárias, cistite, uretrite e blenorragia.

COMO FAZER: Coloque 2 colheres de sopa para um litro de água.
Deixe cozinhar por cerca de 10 minutos a partir do momento em que se inicia a ebulição, após esse tempo, retire do fogo e deixe repousando, tampada, por 10 minutos. Coe e está pronto para o uso.

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Tradescantia diuretica.

Nome Científico: ( Tradescantia diuretica )
Parte utilizada: Parte aérea

Indicação: Planta nacional , diurética , trata afecções urinárias , cistite , uretrite, blenorragias.

Modo de usar: Se tiver indicação de terapeuta responsável:

Uso Crianças até 01 ano: ½ colher de café (rasa) da erva triturada para 50 ml de água fervente.

Crianças de 02 a 05 anos: 01 colher de café (cheia) para 100 ml de água fervente.

Crianças de 06 a 10 anos: 01 colher de chá (rasa) para 01 xícara de água fervente.

Acima de 10 anos e adultos: 01 colher de chá (cheia) para 01 xícara de chá de água fervente.

Após adicionar a erva na água, tampe, aguarde 10 a 15 minutos ou até que a temperatura do chá seja confortável para tomar.

Você pode usar o Extrato Floral equivalente no lugar do chá, é mais prático e pode ser levado para qualquer lugar por que é em gotas, o efeito é o mesmo.

Aproveite para comprar 5 unidades de um ou mais chás para que o valor do frete fique pequeno por unidade!

Contra-indicação: Gravidez e Lactantes.
Teste Alérgico: Passe pequena porção do produto na pele próxima ao pulso, se ocorrer erupções ou avermelhamento da pele não use o produto.
Atenção: Este produto não é um medicamento. Se não atingir o efeito desejado, procure um médico.

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Trapoeraba. Se não pode com ela, coma-a.

Trapoeraba. Se não pode com ela, coma-a
Aos poucos ela vai tomando seu jardim, sua horta, seus canteiros. Rasteja tateando paredes para se encostar ereta, se aloja numa sombra e pela manhã de sol tenta te cativar com lindas florezinhas azuis. Na lavoura a tática não funciona e a danada ou daninha é combatida ferozmente com herbicidas de guerra. Nem assim esmorece, afinal tem bainhas que lhe protege os brotos, tem sementes subterrâneas em flores modificadas e rizomas que se arrastam protegidos abaixo da superfície, mecanismos para garantir sobrevivências nas adversidades. Por isto é chamada de praga e das mais difíceis de se eliminar.
No jardim, se você descuida ela toma tudo. Mas quem tem boca não dorme no ponto, pois embora suas fohas não sejam tão apetecíveis como beldroegas e carurus, na panela é uma surpresa agradável. Ela amacia rapidamente com um leve refogar e libera um aroma bom que lembra o de ora-pro-nobis e outras folhas verdes boas de comer. A textura é bem macia, quase cremosa - no arroz, crua na salada, ou simplesmente assustada no azeite quente com cebola e alho. Depois de cozidas, as folhas podem virar bolinhos, fritadas, suflês ou ingrediente para pães e tortas.

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Trapoeraba – uma planta daninha de difícil controle.

Trapoeraba – uma planta daninha de difícil controle
Caspar Commelijn ou Casparus Commelinus ( 1667 – 1731), médico e botânico holandez, é homenageado nomeando a ordem Commelinales. Esta apresenta 5 famílias botânicas, dentre as quais a Commelinaceae com 68 gêneros e 812 espécies que, em sua maioria, pertencem ao gênero Commelina (sinonímias: Athyrocarpus, Commelinopsis, Phaeosphaerion), descrito pela primeira vez em 1753, por Lineu. A família Commelinaceae ocorre no Brasil em 13 gêneros e cerca de 60 espécies, sendo facilmente encontrada junto a diversas culturas, onde é popularmente denominada de trapoeraba.

Dentre estas, destacamos a Commelina diffusa, C. erecta, Murdannia nudiflora e C. benghalensis e, notoriamente, esta última, relatada como planta daninha em 25 culturas em 28 países. No Brasil, é uma planta daninha importante, estando presente em diversas culturas como café, soja milho, cítrus, cana-de-açúcar, arroz, pastagens, frutíferas, hortaliças e ornamentais.

Em 2004, pesquisadores avaliaram a convivência de quatro plantas por metro quadrado de C. benghalensis sobre o desenvolvimento inicial de mudas de Eucalyptus grandis, em condições brasileiras. Segundo esses estudiosos, C. benghalensis prejudicou significativamente o desenvolvimento da cultura, independentemente da época de plantio, verão ou inverno. Em 2001, esta informação foi corroborada por outros pesquisadores, os quais determinaram que, a partir da densidade de 8 plantas m2 de trapoeraba, o crescimento inicial do cafeeiro foi afetado, chegando a reduzir em 59% a sua massa foliar seca e 56% da sua área foliar.

Além da competição (dano direto), há também o dano indireto, que as Comelinas podem causar: C. benghalensis é reservatório do nematoide Meloidogyne incognita e do vírus do amendoim; C. diffusa é hospedeiro alternativo de Cuscuta filiformis L. e do M. arenaria, assim como do vírus do mosaico do pepino.

Do ponto de vista agronômico, a principal característica das Comelinas é o seu difícil controle nos campos agrícolas. No caso do Brasil, isso é notório principalmente para C. benghalensis, em razão da sua frequência e grau de abundância em diversas culturas. Abaixo, segue a descrição desta espécie.

Commelina benghalensis

Características gerais: planta originária do Sudeste asiático, monocotiledônea, perene, herbácea, ereta ou semiprostrada, muito ramificada, caules suculentos e articulados, grossos e alongados, medindo 30-70 cm de altura. Apresenta uma característica singular que é a reprodução por sementes subterrâneas, por meio de flores modificadas nos rizomas, com formação de sementes por partenocarpia, um pouco maiores que as sementes das flores aéreas, e com capacidade de germinar até 12 cm de profundidade. Folhas: curto-pecioladas, quase sésseis, ovado-lanceoladas, glabras ou levemente pubescentes (mais densa na face inferior), medindo 6-12 cm de comprimento; bainha invaginante membranácea, fechada, com até 2 mm de comprimento, protegendo as gemas, com nervacão longitudinal de coloração violácea e esparsamente ciliada. Existem biótipos com folhas glabras e outras com pilosidade esbranquiçada.

Inflorescência: ocorre na parte terminal dos ramos, protegida por uma espata (bráctea), subcordada ou ovalada, inserida em direção oposta à folha, com 2 a 5 flores de coloração azul; frutos aéreos e subterrâneos.

Frutos: Cápsulas ovoides (2-4 mm de comprimento), com dois lócus, apresentando até 5 sementes. Na frutificação subterrânea as sementes são maiores. Uma planta de C. benghalensis pode produzir até 1600 sementes.

Sistema subterrâneo: apresenta rizomas carnosos de coloração branca, com formação de flores modificadas; raízes fasciculadas com formação também de raízes adventícias a partir dos nós.

Apesar do desenvolvimento preferencial da C. benghalensis ser sob condições de alta umidade do solo, esta pode permanecer em solos com baixa umidade e crescer rapidamente com o início das chuvas. Isto é possível graças à quantidade de água retida no caule e rizomas e, desta forma, há germinação das gemas no retorno das chuvas.

Os caules formam ramos que, quando cortados, regeneram em novas plantas com facilidade. O mesmo acontece com os rizomas que, aliado às suas frutificações, favorece ainda mais a perpetuação da planta nas áreas agrícolas.

Didaticamente, pode-se dividir o controle das plantas daninhas em diversos métodos: preventivo, cultural, capina e químico.

Método preventivo

O objetivo deste método é realizar ações que impeçam a entrada da trapoeraba na área de plantio, introduzidas pelos diversos tratos culturais pertinentes a cultura. Isso pode acontecer pelo trânsito de máquinas que podem levar propágulos de uma área para outra pela terra aderida nestas. Desta forma é necessária a lavagem do maquinário, evitando assim a contaminação entre áreas por propágulos de plantas daninhas exóticas.

No caso das culturas perenes (frutíferas, cítrus e café), a escolha das mudas para o plantio é muito importante. Deve-se verificar o estado fitossanitário das mudas, certificando que a trapoeraba não está vegetando junto com elas. Do mesmo modo, a compra de sementes fiscalizadas é primordial para evitar a contaminação de novas áreas de plantio por sementes de C. benghalensis.

Método cultural

Define-se como método cultural no controle das plantas daninhas qualquer mudança, incremento ou redução de algum manejo na lavoura que exerça algum tipo de pressão negativa na população, acarretando no controle da comunidade florística já instalada na área agrícola.

No caso da C. benghalensis e de muitas outras plantas daninhas a diminuição do espaçamento é uma prática aconselhável, pois há diminuição do tempo para o sombreamento da entrelinha de plantio, desfavorecendo essa classe de plantas. No caso específico da trapoeraba, a drenagem do solo é muito desejável, pois esta não se desenvolve bem em solos nesta condição.

Na implantação de culturas perenes, como no caso de frutíferas, citrus e café, o plantio de culturas em consórcio (ex: milho, feijão) é indicado, pois não prejudica a cultura em formação, fornecendo uma renda extra para o agricultor e, na ocupação das entrelinhas de cultivo, ocupa o espaço em que as plantas daninhas, como a trapoeraba, poderiam estar se desenvolvendo.

Uso de capinas – manual ou mecanizada

No planejamento do programa de manejo integrado das plantas daninhas deve-se levar em conta essa prática. Porém, no caso da C. benghalensis, esta deve ser tomada com muito cuidado, pois, quando se efetua capina mecânica, especialmente com cultivadores tracionados, há quebra e espalham-se pedaços de ramos e de rizomas que podem germinar, ocorrendo uma intensa disseminação da trapoeraba na lavoura.

O uso de roçadeira, prática comum para o controle das plantas daninhas em culturas perenes, também deve ser utilizado com muito cuidado. Na prática observa-se o controle principalmente das gramíneas anuais e uma seleção das plantas daninhas menores que a altura da lâmina de corte, aquelas como hábito de crescimento prostrado ou semiprostado, como é o caso da trapoeraba.

Método químico - herbicidas

Na utilização deste método, sempre deve-se procurar maximizar a sua eficiência minimizando o seu impacto ambiental.

Atualmente, no Brasil, há registrado junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária 47 ingredientes ativos para o controle da C. benghalensis. Esses ingredientes são de responsabilidade de 21 empresas, comercializados na forma isolada ou como componentes de misturas de 126 produtos comerciais, registrados para diversas culturas como soja, café, citrus, milho, cana-de-açúcar, algodão, feijão, pastagens, tomate, batata, entre outras.

Mesmo com uso de herbicidas, C. benghalensis é uma planta daninha de difícil controle. Não é incomum observar no campo situações de escape, independentemente se a aplicação foi na pós ou pré-emergência da trapoeraba.

Um dos motivos para isso acontecer é a proteção que as bainhas exercem sobre as gemas, evitando assim o contato direto dos herbicidas que são aplicados como pós-emergentes; do mesmo para aqueles aplicados diretamente sobre o solo (pré-emergentes), em função das sementes que germinam nos rizomas até 12 cm de profundidade. Neste caso, há o escape pela pequena percolação (lixiviação) dos herbicidas no perfil do solo, e que não conseguiram atingir as sementes mais profundas.

A Tabela 1 indica herbicidas utilizados para o controle da C. benghalensis e seu provável nível de controle. Cabe salientar que a ordem dos herbicidas não representa nenhum tipo de preferência e o nível de controle é apenas um indicativo. Há variações desses valores, em função da dose do herbicida e formulação utilizada, das condições edafoclimáticas, da turgidez da C. benghalensis e sua correlação com as outras plantas daninhas presentes na área e a cultura. Desta forma, a consulta de um engenheiro agrônomo responsável é necessária.

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